segunda-feira, 25 de novembro de 2013

Revisão - Medo


Vou retomar o material sobre medo do livro Anticâncer – Prevenir e Vencer Usando as Defesas Naturais, do neurocientista e psiquiatra David Servan-Schreiber. Os tipos de medo relacionados ao câncer são: Medo de sofrer, Medo do vazio, Medo de ficar sozinho, Medo de ser um fardo, Medo de abandonar os filhos, Medo de perder os pais ou pessoas queridas, Medo das histórias inacabadas. 

O medo é um sentimento que bloqueia a nossa força vital. E o que é a nossa força vital? É a , é acreditar que o que nos é dado como experiência na vida tem um motivo e que tudo vem na medida certa para nosso aprendizado naquele momento.

Culturalmente, pela educação, escola, religião, o medo é um sentimento alimentado de diferentes formas para nos bloquear, para que sejamos controlados pelas situações e por outras pessoas, para nos tornar reativos e não proativos.

Por isso, quando nos deparamos com uma doença ou com alguma provação maior, não podemos deixar esse MEDO crescer e tomar conta de nós. Aí está a nossa oportunidade de LIBERTAÇÃO. Afirmo isso porque essa foi a minha experiência de vida. A força que temos para reagir diante de uma dificuldade maior, surge de dentro da gente de uma forma que até nos assusta, pois não temos consciência de que ela existe dentro de nós.

Se você está enfrentando o câncer neste momento, se está enfrentando um tratamento, se está enfrentando os exames de controle, seja qual for a situação, ACEITE que o MEDO apareça, mas lute e liberte-se dele!

Enfrente e vá vencendo cada um de seus medos. Eu lhe garanto, sairá de cada situação muito mais FORTE, mais SEGURO, mais VOCÊ!

segunda-feira, 11 de novembro de 2013

Minha última experiência



Minha experiência nestas duas semanas com uma infecção ao redor da prótese direita após quase cinco anos da mastectomia me fez parar todas as atividades e me deparar com desafios como febre, mal-estar, insegurança, internação. 

Tudo começou há duas semanas, quando acordei com dor no braço direito e em volta da mama quando me movimentava. Fui para a aula de ioga pela manhã, mas não consegui fazer quase nenhum exercício e meu professor falou: “Só relaxa, Jamile!” Tomei duas aspirinas para tirar o mal-estar e trabalhei até a hora do almoço. A partir daí, não consegui e fui para casa. A sensação de dor e mal-estar foi aumentando até que fui para o pronto atendimento do Hospital Albert Einstein. O médico logo percebeu que uma mama estava bem mais quente e um pouco avermelhada. Foram feitos exames de sangue e um ultrassom, que confirmaram uma infecção.

Começaram os antibióticos via oral que duraram uma semana, mas sem um resultado compatível. Do cirurgião plástico, fui encaminhada para uma infectologista que, ao me examinar, recomendou internação imediata, pois a outra mama estava avermelhando também. Fiquei oito dias no hospital com antibiótico por via endovenosa de quatro em quatro horas, dia e noite. O índice de inflamação baixou muito lentamente, até que pude voltar para casa no dia 5 de novembro. No dia seguinte, fiquei em casa dando para o meu corpo e para minha cabeça o descanso necessário para recomeçar.

O que aprendi com a situação? Sim, porque tudo traz um aprendizado. Resolvi escrever até para ficar mais claro para mim mesma, para que eu consiga virar esta página. Aprendi que as coisas aparecem para testar a nossa FORÇA e a nossa FÉ. É tão fácil, no dia a dia, quando tudo está bem, falarmos tudo que acreditamos. Inclusive pelas postagens no Facebook que mostram muito de nossa forma de ser e do que acreditamos. E aí, quando nos deparamos com algo que não entendemos e nem temos controle, vamos ter que provar para nós mesmos se o que falamos é realmente para valer, ou seja, se agimos de forma coerente com o que dizemos. 

Pensar, sentir e agir com coerência: esse é o nosso desafio diante das adversidades que a vida nos reserva. Aprendi que tem momentos que precisamos vivenciar a nossa dor e os nosso medos com toda intensidade e que chorar pode mesmo “lavar a nossa alma”. E teve um dia que chorei muito, pois estava me sentindo muito impotente. No dia seguinte, minha alma estava limpa e eu estava pronta para continuar a enfrentar a infecção. 

Aprendi que, quando esquecemos a nossa dor e colocamos os nossos talentos a serviço de outras pessoas, tudo fica mais fácil. O tempo passa mais rápido e a energia que passamos para o outro em coisas tão simples, volta e nos dá força redobrada. Força para ouvir que o exame mostrou que a infecção abaixou muito pouco, que não podiam definir o tempo que ainda precisava ficar no hospital, que existia o risco de contaminar a prótese, enfim, todos os prognósticos negativos que também fazem parte da situação.Quando comecei a conversar com as enfermeiras ou técnicas de enfermagem do hospital, não importa, todas muito cuidadosas e atenciosas comigo, pude ver que tinham filhos que as preocupavam na escola e comecei a perguntar, trocar ideias e dar sugestões de como poderiam conduzir a situação. Todo dia tinha uma que me procurava para uma “consulta” e eu me via falando do que acredito e faz parte de minha missão de vida. Pronto, eu já estava melhor, mais animada para enfrentar aquele dia e as próximas horas. Fui distribuindo cartões até que acabaram e fiz isso com muito amor.

Aprendi que quando temos empatia com o profissional da área da saúde que nos atende fica mais fácil enfrentar a doença. A Dra. Vívian Avelino, infectologista do Hospital Sírio Libanês, foi uma pessoa chave em todo processo que vivenciei, pois me deu segurança, tranquilidade pelas atitudes seguras e amorosas com que me acompanhou todos os dias, inclusive no sábado e domingo. Ainda não estou 100% curada, mas tenho certeza, que virarei mais esta página com a ajuda dela. Ela foi excepcional como ser humano e como profissional e descobrimos algo em comum: nós duas amamos o que fazemos e isso nos uniu muito. Eu, particularmente, adoro ver jovens como ela se dedicarem a uma profissão como a medicina com competência e amor!

Aprendi que a família e os amigos fazem a diferença nesses momentos. A quantidade de telefonemas, e-mails, visitas e orações que recebi, com certeza, me abasteceram para enfrentar o período no hospital até o fim, sem desanimar. Meu marido foi o meu companheiro de todos os momentos e apesar de extremamente preocupado, ficou firme ao meu lado, me ministrou Johrei, todos os dias e isso me fortaleceu por dentro, pois neses momentos eu me conectava com o DIVINO e a meditação fluía fácil e levemente. Meus dois filhos sempre presentes, minhas noras e meus amigos queridos estiveram junto comigo em pensamento positivo e oração.

Escrevi tudo isso para desabafar e até para entender melhor o porquê de estar passando por isso e conclui que, na hora que acontece, nem sempre entendemos. É preciso passar um tempo de maturação para que o nosso espírito assimile e aí vem a LUZ. Foi assim que aconteceu nas quatro vezes que enfrentei o câncer. E acredito que essa explicação chegará no tempo certo. Sou grata!

segunda-feira, 28 de outubro de 2013

8 ângulos para enxergar e expressar AMOR


O livro no qual me inspirei para escrever sobre o amor e os oito ângulos para enxergá-lo e expressá-lo é O Chamado do Avatar Sathya Sai Baba, de Sonia Mesquita. Confiram o texto e comentem!

O Amor é a grande Força que move o Universo e as nossas vidas. O Amor é o combustível do Universo. É no Amor que todos os seres do mundo vivem, se projetam, se multiplicam e se desenvolvem. O desafio deste milênio é aprender a exercer a nossa Essência, deixar fluir o Amor represado. Precisamos aprender a Amar, transcender o Ego, apaziguar a mente e nos despegar do material. Vamos nos inspirar nisso para enxergar as formas como o Amor pode fazer parte de nossa vida: 

1 Inteligência Linguística ou Verbal

“A palavra falada ou escrita é uma das formas de expressar o Amor.”

2 - Inteligência Lógico-matemática

"As ações do dia a dia com Amor trazem sempre os melhores resultados."

3 - Inteligência Visoespacial

As cores, formas e imagens para retratar o Amor são múltiplas e variadas. Cada um pode encontrar a sua. 

4 - Inteligência Sonora ou Musical

"A música é o som do Amor"

5 - Inteligência Cinestésico-corporal

"Um abraço, um aperto de mão, um beijo, o aconchego do corpo são formas de expressar o Amor."

6 - Inteligência Intrapessoal

"O Amor a você mesmo é o primeiro passo para que possa expandir o Amor para outras pessoas."

7 - Inteligência Interpessoal

"A consciência que todos somos UM, mas em estágios diferentes de evolução, faz nascer de dentro de nós a amorosidade e a compaixão que preciso para me colocar no lugar do outro, entender o que ele sente e dar a minha contribuição: o Amor em palavras e atitudes.”

8 - Inteligência Naturalista

O Amor à natureza, que nada mais é do que Deus refletido em tudo que existe, é nossa fonte de aprendizado inesgotável de aprendizado e equilíbrio.

segunda-feira, 21 de outubro de 2013

Medo de ser um Fardo



No livro Anticâncer – Prevenir e Vencer Usando as Defesas Naturais, o neurocientista e psiquiatra David Servan-Schreiber fala sobre o MEDO DE SER UM FARDO. Segue abaixo o material do livro, com algumas considerações minhas (em vermelho):

“Nós estamos mais habituados a cuidar dos outros do que receber suas atenções. E atribuímos muita importância à nossa autonomia. A ideia de uma lenta degradação em direção à morte aterroriza também por nos condenar a ser terrivelmente dependentes dos outros, justo no momento em que não temos mais nada para lhes oferecer.”

A humildade de aceitar ajuda e também a limitação que vivenciamos em qualquer momento de nossas vidas nos fazem pessoas melhores. Essa limitação pode ser desde algo simples até algo mais complexo. Situações simples como: não poder andar porque quebramos o pé ou não mexer os braços porque acabamos de fazer uma cirurgia até situações como alguém que por um acidente ou uma fatalidade perdeu a visão ou não pode mais se locomover e fica dependente de uma cadeira de rodas. 

As situações transitórias funcionam como uma alerta para que prestemos mais atenção à forma como estamos vivendo a nossa vida, ao grau de satisfação que colocamos em tudo que fazemos, à gratidão por tudo que somos. E as situações mais complexas e que não são transitórias funcionam como um “tranco” que a vida nos dá para mudarmos a direção ou para descobrirmos a necessidade de olharmos além da aparência, para descobrirmos a força de superação que cada um tem dentro de si e que se faz necessária naquele momento.

“Contudo, nos últimos dias de nossa existência, temos que consumar uma das maiores tarefas de transmissão de toda nossa vida. Para cada um de nós, a ideia que fazemos de nossa própria morte vem geralmente dos exemplos que vivemos através dos falecimentos dos avós, dos pais, irmãos ou irmãs, ou de um amigo próximo. Essas cenas serão nossos guias quando nossa própria vez chegar. Se eles souberem nos mostrar como se preparar, como dizer adeus, como cultivar uma certa calma, nós nos sentiremos prontos e apoiados para esta última etapa da vida. Na nossa vez, quando nos aproximarmos da morte, longe de sermos inúteis, nós nos tornaremos automaticamente pioneiros e mestres para todos os que nos são próximos.”

Nesta semana que passou, faleceu a irmã de uma grande amiga de minha família e ao conversar com ela percebi que é possível morrer com dignidade e ainda deixar às pessoas que ficam, apesar da saudade, uma tranquilidade e a certeza de que tudo foi bem vivido. 

“Também eu tive a oportunidade de ter uma grande mestra: minha avó. Reservada, falando pouco de si mesma, ela foi uma presença constante em todas as passagens da infância que me pareceram difícil. Quando eu ainda era apenas um jovem adulto, fui visitá-la no que nós dois sabíamos ser seus eu leito de morte. Inspirado pela beleza e pela calma da minha avó vestida na sua bonita camisola branca, segurei suas mãos dizendo o quanto ela fora importante para a criança que agora tinha crescido. Claro que eu chorava, sem saber o que fazer das minhas lágrimas. Ela recolheu com o dedo umas das lágrimas e me mostrou, sorrindo docemente: ‘Sabe, para mim, suas palavras e suas lágrimas são pérolas de ouro que eu vou levar comigo.’”

Em nossa vida, sempre existem os nossos grandes mestres, pessoas que são colocadas em nossas vidas que podem ser ou não da família, mas que vêm para nos ensinar alguma coisa que precisamos aprender naquele momento. Eu tive grandes mestras em minha vida. Em minha vida profissional, que considero minha missão, tive uma professora de faculdade, Iolanda Ribeiro Novais, que me convidou para dar aula na escola dela em Franca, o “Pequeno Polegar”. Ali foi onde dei os primeiros passos de minha vida profissional, sempre muito bem orientada por ela que, como eu, amava a educação e que fazia dela um caminho para ajudar as crianças a descobrirem o prazer em aprender. Ela me acompanhou durante muito tempo, mesmo depois que mudei para São Paulo e faleceu de câncer no seio.



segunda-feira, 14 de outubro de 2013

Entrevista Dr. Sergio Simon



Ontem assisti à entrevista, na Band News TV, do Dr. Sergio Simon, que foi meu oncologista, falando sobre o Câncer de Mama. Aliás, muito oportuna, pois estamos no Outubro Rosa. O Dr. Sergio, além de um excelente profissional, é um ser humano maravilhoso e para o tratamento do câncer isso é algo que faz a diferença. Separei as partes mais relevantes da entrevista. Confiram:

- Dr. Sergio enfatizou que a força da mulher perante o câncer é muito maior do que a do homem e achei interessante a colocação de que, antes de se deparar com a doença, a mulher tem medo da mutilação do seio, de perder a feminilidade. No entanto, quando ela enfrenta a doença, esse medo é substituído pelo medo de deixar os filhos, a família, precisar sobreviver e aí ela ganha força, muita força para enfrentar e superar a doença;

- A predisposição para a doença hoje tem muito a ver com estilo de vida, algo que já vínhamos ressaltando no Projeto Chama Acesa. A obesidade por causa de uma alimentação incorreta, o menstruar mais cedo e a menopausa tardia, bem como a hereditariedade e o estresse que as pessoas vivem são fatores que aumentam a predisposição à doença. Por isso, a atividade física, a alimentação equilibrada e o controle do nível de estresse devem ser as metas para evitar o câncer ou a sua reincidência;

- Dr. Sergio afirmou que, no futuro e com a ajuda da tecnologia, o câncer será uma doença controlável como é o diabetes hoje. E que existem estudos em busca de entender o que pode aumentar a imunidade da pessoa e também ajudá-la no processo de cura;

- A minha experiência com o Dr. Sergio foi um grande aprendizado, pois ele me acompanhou nas quatro vezes em que tive câncer, três no seio e uma no apêndice. Ele sempre atuou de forma muito objetiva ao falar da doença, sem esconder nada, com dados e estatísticas, e, ao mesmo tempo, de forma muito humana, dando todo acolhimento e compreensão necessários naquele momento.

Clique aqui e confira a entrevista. 

segunda-feira, 7 de outubro de 2013

Tipos de Medo


O livro Anticâncer – Prevenir e Vencer Usando Nossas Defesas Naturais, do neurocientista e psiquiatra David Servan-Schreiber, afirma que o medo bloqueia nossa força vital e lista os tipos relacionados ao câncer: Medo de sofrer, Medo do vazio, Medo de ficar sozinho, Medo de ser um fardo, Medo de abandonar os filhos, Medo de perder os pais ou pessoas queridas, Medo das histórias inacabadas. 

O autor disse que não se pode pronunciar a palavra “câncer” sem que ela evoque o medo da morte. Mas o medo paralisa. É sua natureza. Quando ouvimos que nossa vida está correndo grave perigo, experimente com frequência essa estranha paralisia. O medo bloqueia nossa força vital no momento em que mais temos necessidade dela. Aprender a lutar contra o câncer é aprender a nutrir a vida dentro de nós. Ter êxito nesse aprendizado é chegar a tocar na essência da vida. Há pessoas que vivem suas vidas sem apreciar seu verdadeiro valor. Outras vivem a própria morte com uma tal plenitude, uma tal dignidade, que ela parece ser a realização de um obra extraordinária e dar sentido a tudo que viveram. Preparando-se para a morte, libera-se a energia necessária à vida.

Na minha opinião, sempre que uma doença aparece é para nos dar um sinal de alerta. É como se tivéssemos que repensar a forma como estamos vivendo a nossa vida: o grau de intensidade e de autenticidade que estamos vivenciando os nossos sentimentos e se o nosso pensar, sentir e agir estão acontecendo de forma coerente. Sim, porque muitas vezes pensamos e sentimos, mas não agimos alinhados com o que acontece dentro de nós, porque os medos nos impedem. 

Aprender a lutar contra o câncer e contra os nossos medos é descobrir uma força que existe dentro de cada um de nós e que, muitas vezes, não se tem consciência. E vencê-los nos fortalece e nos sensibiliza para desfrutar cada momento da vida como se fosse único, nos ajuda a viver o AQUI e AGORA, que é nosso maior desafio.

Sobre mim - Jamile Coelho
Sou consultora de projetos educacionais e sempre acreditei em educação para a vida, autoconhecimento e inovação. Enfrentei o câncer quatro vezes e criei o Projeto Chama Acesa para ajudar quem está em busca do caminho da cura. Confira minha história e meu trabalho no site www.jamilecoelho.com.br.

segunda-feira, 30 de setembro de 2013

Medo


O MEDO é a emoção que mais nos impede de liberarmos todo o nosso potencial e de vivermos a vida plenamente. O medo nos bloqueia e não nos deixa vivenciar, experimentar, acertar e errar, que faz parte do processo de aprendizado que nos acompanha durante toda a vida. Concluímos, portanto, que o medo é uma emoção que necessita ser trabalhada em todas as etapas de nossa vida. 

O medo se localiza no chacra do Plexo Solar, de cor amarela, que fica na altura do estômago. Uma vez bloqueado, desequilibra nossa energia vital que acaba atingindo o nosso corpo físico com as doenças. As doenças aparecem para nos mostrar que estamos desequilibrados energeticamente e que precisamos urgente buscar o nosso equilíbrio. São um sinal de alerta de que precisamos olhar “para dentro” de nós e verificar o que realmente estamos sentindo e, depois, olharmos “para fora” e descobrir como o medo está interferindo em nossas ações do dia a dia e o quanto está nos impedindo de viver o AQUI e AGORA.

O medo tem muito a ver com o Estado de Espírito Anticâncer e foi a emoção que desencadeou o câncer em cada reincidência que tive. Foi como se eu precisasse passar pela doença várias vezes para ir me libertando dos meus medos. Existe um livro que faz parte de minha vida há muito tempo que é da psicóloga e querida amiga Patrícia Gebrim que se chama “Palavra de Criança”, que apresenta cartas com definição de palavras essenciais que fazem parte de nossa vida. E ela diz que: “Medo é um bicho peludo de cara feia que faz a gente querer fechar os olhos e se esconder, mas quando a gente arrisca e conversa com ele, a gente descobre que a cara dele não é tão feia assim.” Deixe seu medo conversar com você.”

Vamos conversar com nossos medos nas próximas semanas?