quarta-feira, 24 de agosto de 2016

4 sentimentos poderosos para combater problemas de saúde



Você sabia que os sentimentos podem influenciar na sua saúde? “Todo sentimento produz​ no corpo um​a química​ e um campo magnético​ capaz de influenciar diretamente na saúde das células”, disse o professor especialista em física quântica Wallace Liimaa. Segundo o pesquisador e criador do projeto Saúde Quantum, que busca levar às pessoas uma vida livre de medicamentos, é possível trabalhar alguns sentimentos importantes para melhorar a saúde do corpo. Confira quatro deles:

1 - Gratidão​

É comum nos dias de hoje encontrarmos pessoas viciadas em reclamar, se queixar da vida ou sempre se sentirem vítimas das circunstâncias. “Esses sentimentos repetitivos fragilizam os sistemas imunológico, endócrino e nervoso, e abrem as portas para as doenças”, alerta Wallace, explicando que a ciência vem comprovando que o sentimento de gratidão funciona como antídoto para os sentimentos negativos. “Esse sentimento cria uma química favorável no corpo a partir da ativação de novas redes neurais, e é por isso que ajudar as pessoas a olharem para as soluções, ao invés dos problemas, é a melhor forma de treinar a mente para ver os desafios e os momentos de crise como oportunidades evolutivas”, destaca o especialista. Segundo ele, agradecer pela oportunidade de evoluir diante de um desafio, ou mesmo de uma doença, é uma forma de criar as condições adequadas para que soluções sejam encontradas, enquanto a queixa, reclamação ou vitimização leva as pessoas a repetirem o padrão negativo do qual estão reclamando. “Sendo assim, coloque o sentimento de gratidão na sua vida para viver de forma mais saudável”, reforça.

2 - Positividade

O pesquisador também destaca que, ao longo do dia, deve-se monitorar a qualidade dos pensamentos. “Um pensamento negativo desencadeia sentimentos negativos que alteram a química do corpo, deprimindo o sistema imunológico e fazendo com que os genes expressem uma genética não saudável, deixando a pessoa suscetível ​a adoecer”, alerta. Desta forma, Wallace conta que a melhor forma de criar um ambiente interno saudável é estar vigilante em relação à qualidade dos próprios pensamentos, substituindo um padrão negativo por um padrão positivo.

3 - Desapego

Segundo Wallace, ​o exercício do desapego é um dos mais importantes e que ajuda as pessoas a fortalecer o senso de transitoriedade de todas as coisas. “Quando você percebe que tudo na natureza é cíclico e que a transformação é uma lei essencial e natural, você passa a perceber que, por mais dolorosa que seja uma experiência, ela vai passar, assim como uma experiência maravilhosa”, exemplifica. “Por isso, o melhor de tudo é viver cada momento intensamente, desfrutando de todo aprendizado possível para que possa evoluir para um outro nível, na compreensão de que tudo é transitório e que vai passar”. O especialista reitera que este sentimento ajuda a combater a ansiedade e permite encarar as mudanças com naturalidade. 

4 -​ Perdão

É muito comum encontrar as pessoas em profundo estado de sofrimento por sentirem dificuldade de perdoar alguém após uma situação de dor vivida no passado, como explica Wallace, com base em seus profundos estudos de física quântica. “Também é comum encontrar a pessoa que também não consegue se perdoar por algum erro cometido no passado, e nos dois casos a ausência do perdão leva as pessoas a viverem a vida num ambiente de tortura interna”, destaca o pesquisador. Wallace conta que o sentimento gerado pela falta do perdão é responsável por inundar o corpo com a mesma química da dor e do sofrimento. “Esta tortura interna faz o corpo emanar um campo eletromagnético associado ao pensamento negativo, o que acaba atraindo para a vida da pessoa uma circunstância similar àquela que ela vive rememorando”, destaca. Exercitar o perdão, portanto, liberta a pessoa do passado e ajuda a compreender o aprendizado que a circunstância de dor proporcionou para que ela não volte a repetir as mesmas experiências no futuro.​ “Quando perdoamos, libertamos o outro e sobretudo a nós mesmos, e passamos a viver no presente, podendo assim criar um novo futuro”, conclui.

quarta-feira, 10 de agosto de 2016

Câncer e Espiritualidade



Médicos e hospitais começam a adotar a espiritualidade e a esperança como recursos para o combate de doenças. Confira detalhes na reportagem da revista Isto É

Há uma revolução em curso na medicina que mudará para sempre a forma de tratar o paciente. Médicos e instituições hospitalares do mundo todo começam a incluir nas suas rotinas de maneira sistemática e definitiva a prática de estimular nos pacientes o fortalecimento da esperança, do otimismo, do bom humor e da espiritualidade.

O objetivo é simples: despertar ou fortificar nos indivíduos condições emocionais positivas, já abalizadas pela ciência como recursos eficazes no combate a doenças. Esses elementos funcionariam, na verdade, como remédios para a alma – mas com repercussões benéficas para o corpo. No Brasil, a nova postura faz parte do cotidiano de instituições do porte do Instituto do Coração (InCor), em São Paulo, da Rede Sarah Kubitschek e do Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia (Into), no Rio de Janeiro, três referências nacionais na área de reabilitação física. Nos Estados Unidos, o conceito integra a filosofia de trabalho, entre outros centros, do Instituto Nacional do Câncer, um dos mais importantes pólos de pesquisa sobre a enfermidade do planeta, e da renomada Clínica Mayo, conhecida por estudos de grande repercussão e tratamentos de primeira linha. 

A adoção desta postura teve origem primeiro na constatação empírica de que atitudes mais positivas traziam benefício aos pacientes. Isso começou a ser observado principalmente em centros de tratamento de doenças graves como câncer e males que exigem do indivíduo uma força monumental. No dia-a-dia, os médicos percebiam que os doentes apoiados em algum tipo de fé e que mantinham a esperança na recuperação de fato apresentavam melhores prognósticos. A partir daí, pesquisadores ligados principalmente a essas instituições iniciaram estudos sobre o tema.

Hoje há dezenas deles. Um exemplo é um trabalho publicado na edição da revista científica BMC Câncer sugerindo que o otimismo é um fator de proteção contra o câncer de mama. “Verificamos que mulheres expostas a eventos negativos têm mais risco de contrair a doença do que aquelas que apresentam maiores sentimentos de felicidade e positivismo”, explicou Ronit Peled, da Universidade de Neguev, de Israel, autor da pesquisa. Na última edição do Annals of Family Medicine – publicação de várias sociedades científicas voltadas ao estudo de medicina da família – há outra mostra do que vem sendo obtido. Uma pesquisa divulgada na revista revelou que homens otimistas em relação à própria saúde de alguma forma ficaram mais protegidos de doenças cardiovasculares. Os cientistas acompanharam 2,8 mil voluntários durante 15 anos. Eles constataram que a incidência de morte por infarto ou acidente vascular cerebral foi três vezes menor entre aqueles que no início estavam mais confiantes em manter uma boa condição física. Provas dos efeitos da adoção da espiritualidade na melhora da saúde também começaram a surgir. Nos estudos sobre o tema, a prática aparece associada à redução da ansiedade, da depressão e à diminuição da dor, entre outras repercussões. 

A partir de informações como essas, os cientistas resolveram identificar o que levava a esse impacto. Chegaram basicamente a duas razões. Uma é de natureza comportamental. Em geral, quem é otimista, tem esperança e cultiva alguma fé costuma ter hábitos mais saudáveis. Além disso, essas pessoas seguem melhor o tratamento. “Uma postura positiva leva a gestos positivos. Os pacientes se cuidam mais, alimentam-se bem, fazem direito a fisioterapia, mesmo que ela seja dolorosa”, explica a clínica geral carioca Cláudia Coutinho.

A outra explicação tem fundamento biológico. Está provado que a manutenção de um estado de espírito mais seguro e esperançoso desencadeia no organismo uma cadeia de reações que só trazem o bem. “Se o paciente é otimista, encara um problema de saúde como um desafio a ser vencido. Nesse caso, as alterações ocorridas no corpo poderão ser usadas a seu favor”, explica o pesquisador Ricardo Monezi, do Instituto de Medicina Comportamental da Universidade Federal de São Paulo. O bom humor, por exemplo, é capaz de promover o aumento da produção de hormônios que fortalecem o sistema de defesa, fundamental quando o corpo precisa lutar contra inimigos. Além disso, o riso provoca relaxamento de vários grupos musculares, melhora as funções cardíacas e respiratórias e aumenta a oxigenação dos tecidos.

É esse arcabouço de informações que permite hoje o uso, na prática, da espiritualidade, do otimismo, da esperança e do bom humor como recursos terapêuticos dentro da medicina. Nos Estados Unidos, por exemplo, pesquisadores da Universidade do Alabama preparam-se para começar a aplicar um tratamento batizado de “terapia da esperança”. O sistema consiste em ajudar os pacientes a construir e a manter a esperança diante da doença. “O primeiro passo é auxiliá-los a encontrar um objetivo importante que dê sentido a suas vidas. Depois, aumentar a motivação para alcançá-lo e orientá-los sobre os caminhos a serem seguidos”, explicou à ISTOÉ Jennifer Cheavens, da Universidade de Ohio e participante do grupo que desenvolveu a novidade.

Desde que recebeu o diagnóstico de câncer no intestino, no ano passado, a consultora de marketing carioca decidiu que manter o bom humor seria sua grande arma. “Claro que em alguns momentos eu fiquei triste. Mas resolvi que não me deixaria abater e que continuaria a rir muito”, lembra ela, autora do livro Câncer: sentença ou renovação?

Essa construção é feita com base em técnicas usadas na terapia cognitivo-comportamental, cujo objetivo é treinar o indivíduo a pensar e a agir de forma diferente para conseguir lidar de modo mais eficiente diante de condições adversas. O treinamento é feito com duas sessões semanais realizadas durante dois meses. A terapia será usada em portadores de deficiências visuais e nas pessoas responsáveis por seus cuidados. “Acreditamos que ela ajudará muito na redução da depressão e de outros problemas associados à perda da visão. Os pacientes ficarão mais motivados a lutar contra as dificuldades e a participar dos trabalhos de reabilitação”, explicou à ISTOÉ Laura Dreer, professora do departamento de oftalmologia da Universidade do Alabama, nos EUA.

No Brasil, a inclusão da ferramenta na prática médica está mudando a rotina dos hospitais. No Instituto de Ortopedia, no Rio de Janeiro, por exemplo, o trabalho médico é acompanhado pelo suporte psicológico, dedicado especialmente a fortalecer uma atitude mais positiva. O trabalho, claro, não é simples. Os pacientes costumam ser vítimas de traumas medulares ocorridos em situações como acidentes ou quedas. De uma hora para outra, têm a vida totalmente limitada. “Por isso, precisamos ajudá-los a enfrentar a nova situação. Eles têm de passar por uma reabilitação física e emocional”, explica a psicóloga Fátima Alves, responsável pelo grupo. E quem faz isso usando o otimismo e a esperança como armas sai ganhando. “Mostramos principalmente aos mais descrentes que a postura positiva no enfrentamento da doença é um remédio”, afirma Tito Rocha, coordenador da unidade hospitalar do instituto. Em breve, eles abrirão um grupo para incentivar o cultivo da espiritualidade pelos doentes. 

Talvez o símbolo mais emblemático do fim do preconceito da medicina ocidental contra questões relativas à emoções e espiritualidade seja o que está acontecendo na Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP), a mais tradicional do País. A instituição sediou um evento para mostrar aos profissionais de saúde a importância de recursos como a espiritualidade e o bom humor na recuperação de pacientes. O curso foi ministrado pelo geriatra Franklin dos Santos, professor de pós-graduação da disciplina de emergências médicas da universidade. No programa, houve um bom espaço para ensinar os médicos e enfermeiros a usarem essas ferramentas. “Discutimos como isso deve ser aplicado na prática”, diz o médico, que tem dado palestras pelas escolas de medicina do País inteiro.

Nos Estados Unidos, também há um esforço para treinar os profissionais de saúde. Só para se ter uma idéia, o Instituto Nacional de Câncer americano criou uma espécie de guia para orientar médicos, enfermeiros e psicólogos sobre como usar a espiritualidade do paciente a seu favor. Todo esse interesse é o sinal mais patente de que a revolução vai durar. Por isso, ninguém deve se surpreender se quando chegar ao consultório médico for indagado sobre suas condições de saúde, obviamente, mas também sobre sua relação com a espiritualidade ou disposição de esperança.

“Questões como essas devem começar a ser cada vez mais levantadas”, defende Brick Johnstone, professor de psicologia médica da Universidade Missouri-Columbia, nos EUA.

quarta-feira, 27 de julho de 2016

Forjando a Armadura



O medo nos conduz a muitas doenças. Por isso, compartilho nesta semana o poema "Forjando a Armadura", de Rudolf Steiner:

Nego-me a me submeter ao medo
que me tira a alegria de minha liberdade,
que não me deixa arriscar nada,
que me toma pequeno e mesquinho,
que me amarra,
que não me deixa ser direto e franco,
que me persegue,que ocupa negativamente minha imaginação,
que sempre pinta visões sombrias.

No entanto não quero levantar barricadas por medo
do medo. Eu quero viver, e não quero encerrar-me.
Não quero ser amigável por ter medo de ser sincero.
Quero pisar firme porque estou seguro e não
para encobrir meu medo.

E, quando me calo, quero
fazê-lo por amor
e não por temer as
conseqüências de minhas
palavras.

Não quero acreditar em algo
só pelo medo de
não acreditar. 
Não quero filosofar por medo
que algo possa
atingir-me de perto. 
Não quero dobrar-me só
porque tenho medo
de não ser amável.
Não quero impor algo aos
outros pelo medo
de que possam impor algo a mim;
por medo de errar, não quero
tomar-me inativo.
Não quero fugir de volta para
o velho, o inaceitável,
por medo de não me sentir
seguro no novo.
Não quero fazer-me de
importante porque tenho medo
de que senão poderia ser ignorado.

Por convicção e amor, quero
fazer o que faço e
deixar de fazer o que deixo de fazer.

Do medo quero arrancar o
domínio e dá-lo ao amor.
E quero crer no reino que
existe em mim.

terça-feira, 12 de julho de 2016

Quem pode tornar sua vida melhor?




Nesta semana, compartilho texto da Patricia Gebrim, que diz que "o aprendizado está sempre em gerar um equilíbrio entre polaridades". Confiram as reflexões da psicóloga, publicadas no site Vya Estelar

Tem coisas que a gente leva muito, mas muito tempo mesmo, para aprender. Olhando para trás, muitas vezes penso assim: 

- Puxa, eu poderia ter aprendido isso antes!

Precisamos observar com muita atenção as nossas experiências de vida e aprender com elas, se não quisermos continuar criando situações que nos causam dor. 

Tem gente que percorre seu caminho de vida com vendas nos olhos, de forma que nunca identificam de onde vem os golpes que recebem. Apenas seguem, esperando que, magicamente, sua "sorte" mude em algum momento e a vida se torne mais doce e amistosa. Não compreendem sua parte na dor que está sendo causada. Agem como vítimas, sem perceber que causam a si mesmos muitos de seus sofrimentos. Não percebem que poderiam evitar muita dor se estivessem mais atentas, fazendo suas escolhas de uma maneira mais consciente.

Abra os olhos, preste atenção. Tente fazer diferente. Assuma a tarefa de conduzir sua própria vida, entenda que sua vida resulta de suas escolhas. Se você tem sofrido, pare de culpar as pessoas ao seu redor e gaste sua energia tentando descobrir onde tem feito escolhas inadequadas e pouco amorosas com você mesmo. Para fazer isso, você precisa resgatar sua autoestima, precisa gostar de você o suficiente para se importar. Algumas pessoas já não se importam.

Se você é uma pessoa forte, por exemplo, se sente poderosa, anda com suas próprias pernas, sabe-se capaz de conquistar o que quer; compreenda que, mesmo assim, você possui vulnerabilidades. Se você as nega e só mostra sua fortaleza ao mundo, nunca existirá ninguém disposto a lhe oferecer um ombro, uma ajuda, uma mão estendida. Isso dói. O aprendizado é integrar a parte que você costuma deixar escondida. Assumir, primeiro para você mesmo, que apesar da sua força, que é real, você não é nenhum super-herói. É gente de carne e osso como todo mundo, e sendo assim precisa também das pessoas. Após se dar conta disso, corra o risco de permitir que as pessoas vejam isso. É a única maneira de contar com um ombro amigo. 

Super-heróis nunca recebem ajuda, anote em letras vermelhas!

Perceba que o aprendizado está sempre em gerar um equilíbrio entre polaridades. Olhe para suas características e pergunte a si mesma se estão em equilíbrio.

Outro exemplo seria o de uma pessoa genuinamente generosa. Uma pessoa disposta a ajudar, a abrir espaço para o outro, a ceder, a fazer o melhor para que o outro se sinta bem. Uma qualidade linda. Muitas vezes oferecemos algo a alguém que nada pode nos dar em troca, e isso é amor. Nesses casos apenas damos, sem esperar retribuição alguma.

No entanto, em uma relação, se tudo passa sempre a ser oferecido sem que exista reciprocidade, quando apenas um dá e o outro só recebe, aquele que só recebe vai se tornando mimado, sem nada dar em troca, e em breve o generoso estará sendo explorado. Apesar de tudo oferecer, não será visto, cuidado ou respeitado, pois o outro se acomodou a essa distorcida via de mão única, passando a se portar como uma criança predadora, uma vampira emocional. Isso nunca aconteceria se o generoso estivesse atento, buscando o equilíbrio, a troca sudável. Não se trata de tornar-se avarento ou egoísta, mas apenas de ir oferecendo sua beleza na medida em que o outro a mereça, buscando mais equilíbrio entre dar e receber. 

Nem todos merecem nossos tesouros! Compreender isso é amadurecer. É tornar-se amoroso não apenas com o outro, mas também consigo mesmo. Essa é a regra de ouro. Nenhum ato de amor é verdadeiramente amoroso se tivermos que ferir a nós mesmos para executá-lo.

A vida é essa maravilhosa oportunidade de aprendermos essas e tantas outras coisas, tudo o que precisamos fazer é nos tornar observadores, dispostos a interferir em nossa própria vida, buscando torná-la mais saudável e equilibrada. Não delegue essa tarefa a ninguém. Nenhum pai, mãe, terapeuta, professor, líder espiritual ou força divina fará isso por você.

Tire as vendas de seus olhos e envolva-se.

Essa tarefa é sua e apenas sua.

quinta-feira, 7 de julho de 2016

Ioga e medicina integrativa



Nesta semana, vamos voltar a falar sobre medicina integrativa, desta vez com foco na ioga. A prática indiana ganhou o respeito da medicina e é usada para ajudar no tratamento de câncer, obesidade, dor crônica e doenças cardíacas, respiratórias e psiquiátricas. Veja detalhes nos trechos abaixo da reportagem da revista Isto É:

A medicina ocidental está incluindo a ioga na sua lista de recursos contra as doenças. Criada há cerca de cinco mil anos no lugar onde hoje é a Índia, a ioga é uma filosofia de vida. Seu princípio fundamental é o de facilitar a conexão do corpo com a mente, entendidos como uma coisa única, indissociável. Não é por outra razão que, em sânscrito, a língua usada em rituais do hinduísmo, a palavra ioga remete ao significado de atrelar. Para que isso seja possível, ela se apoia em recursos como a meditação, a respiração profunda e a execução dos ásanas, posturas corporais inspiradas em animais ou em outras referências da natureza.

Depois de desembarcar no Ocidente como mais uma excentricidade do Oriente, a prática hoje ganhou o respeito da ciência e recebeu o direito de entrar pela porta da frente em alguns dos mais renomados serviços de saúde do planeta. O método figura entre as terapias complementares disponíveis no MD Anderson, no Massachusetts General Hospital, em Boston, e no Memorial Sloan-Kettering Cancer Center, em Nova York, por exemplo.

Na Clínica Mayo, outro respeitado serviço de saúde, localizado também nos EUA, ela é ofertada a portadores de doenças diversas. O pneumologista Roberto Benzo, por exemplo, a aplica no tratamento de insuficiência cardíaca (o coração perde a capacidade de bombear o sangue para o corpo) e de doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC), mal caracterizado pela destruição progressiva dos alvéolos pulmonares. “Os principais benefícios são a redução da dificuldade respiratória e a melhora do condicionamento físico”, explicou Benzo à ISTOÉ.

quinta-feira, 23 de junho de 2016

Reiki



A minha primeira experiência com o reiki foi com a Kátia Mendes. Hoje, compartilho o depoimento dela sobre a técnica:  

O reiki é uma técnica de cura através da imposição de mãos, canalizada pelo Mestre japonês Mikao Usui em 1922. 

É uma energia inteligente, chegará na medida e onde o receptor necessita naquele momento. Promove equilíbrio e bem-estar, consequentes da elevação de todas nossas células, e harmoniza o nosso campo sutil, gerando saúde em todos os níveis. Atua no físico, psicológico, mental e espiritual. 

O tratamento com Reiki poder trazer uma mudança significativa na vida de quem o recebe. Durante uma sessão, pode se sentir muitas sensações, como calor, frio, arrepio, nada, ou também serem acessadas memórias antigas ou que precisem ser transmutadas e liberadas de nosso campo energético. É a energia inteligente atuando. 

É uma ferramenta de cura sutil e profunda. Aplicado em silêncio, isenta o receptor de exposição verbal. Pode e deve ser usado localizado em caso de dores ou qualquer tipo de lesão, como prevenção é aplicado em todos nossos chacras e também intuitivamente. 

Porque sou apaixonada pelo reiki? 

Tenho uma vida antes e depois do Reiki (iniciação, sou reikiana há 6 anos), é um tremendo despertar e me livrei de um estado depressivo que me acompanhava há muitos anos. 

Logo quando inicie, sentia muitas dores de energia presa nas mãos e nos dedos, quando uma amiga mais experiente me disse "Doe seu reiki"! Sim, fui doar meu reiki =) 

Sou voluntária em um projeto com crianças (2 a 17 anos) em dois abrigos e lá foi minha maior experiência. Recebem semanalmente, o projeto acontece há seis anos e todos atendimentos são anotados e enviados a um banco de dados. Vê-se milagres por ali, crianças que florescem, que se libertam de medos, que têm seu imunológico equilibrado. 

Tive algumas oportunidades com familiares e amigos em momentos de dor e desespero emocional. O reiki derrete e ajuda a trazer uma paz, tirar do foco dor e conduzir ao foco amor. 

Experimentar a sensação de colo de mãe, aconchego, aceitação, integração, nos lembrando que fazemos parte de algo maior e que a vida é impermanente. 

Podemos usá- lo em pessoas, animais, plantas, ambientes, situações passadas, presentes ou futuras.

quarta-feira, 8 de junho de 2016

Reiki no tratamento de câncer



Nesta semana, o assunto é o reiki no tratamento do câncer. Confiram o texto publicado no blog do Portal Universalista:

O Reiki é uma terapia japonesa de imposição de mãos que tem como objetivo a canalização de uma energia universal para o corpo. Esta energia traz equilíbrio ao corpo energético do paciente, estendendo-se ao corpo físico, desencadeando assim o restabelecimento da saúde física e mental.

A OMS já reconhece a eficácia do Reiki e o recomenda, portanto hospitais e ambulatórios dos Estados Unidos, Europa e Israel vêm incluindo o Reiki em seus departamentos de terapias complementares, visto que a universidades dos mesmos locais vêm percebendo e comprovando os efeitos do Reiki na saúde. No Brasil, hospitais como o Sírio Libanês e Albert Einstein já contam com o Reiki no seu rol de procedimentos de terapias complementares. O Sistema Único de Saúde (SUS) também já vem implantando esta técnica em alguns ambulatórios.

O Reiki se trata apenas de uma canalização de energia e não tem qualquer relação com religião ou crença. Indivíduos de qualquer religião ou até mesmo aqueles que nada professam podem se beneficiar desta terapia. Inclusive, não é necessário acreditar para que o Reiki funcione, a energia universal funciona por si só, independente de crença.

Pacientes oncológicos têm se beneficiado muito do Reiki tanto na cura do próprio câncer quanto no alívio das reações desagradáveis desencadeadas pela quimioterapia. Algo que tem acontecido com frequência é de pacientes oncológicos se submeterem ao Reiki e não contarem a seus médicos, que pensam que estes estão apenas fazendo o tratamento convencional (quimioterapia/radioterapia) até constatarem através de exames de imagem uma diminuição drástica inesperada do tumor e questionarem o paciente, que relata então estar se submetendo à sessões de reiki. Os pacientes oncológicos têm relatado também melhora na disposição, na fraqueza e na náusea após sessões de quimioterapia, visto que o Reiki reequilibra todas as células e órgãos do corpo. É notável também uma melhora no sistema imunológico destes pacientes, que muitas vezes por conta da própria quimioterapia ficam frágeis e debilitados, podendo apresentar gripes, resfriados e até mesmo infecções desencadeadas por bactérias oportunistas.

Os próprios médicos têm encaminhado seus pacientes para o Reiki, pois têm conseguido observar os benefícios adicionais deste tratamento, inclusive na qualidade de vida do paciente, que consegue uma sensação de profundo relaxamento e bem-estar e passa inclusive a aceitar melhor a doença, chegando assim de uma forma mais agradável à cura.