terça-feira, 4 de março de 2014

Dica de Leitura: Revista Sorria



Todo mês, compro a revista Sorria, na Droga Raia, e cada vez me encanto mais com o trabalho de uma equipe que, com certeza, é apaixonada pelo que faz e pelo propósito que motivou o nascimento da publicação: ajudar o GRAAC (Grupo de Apoio ao Adolescente e à Criança com Câncer) e o Instituto Ayrton Senna. Ajuda crianças e famílias que estão enfrentando o tratamento do câncer e, por isso, merece todo apoio, e ainda auxilia a educação, que é a melhor ferramenta para enfrentarmos a desigualdade em nosso país.

Resolvi abordar esse tema porque tem muito a ver comigo. Trabalho na área de educação, sou apaixonada pelo que faço e a revista é muito bem aproveitada pelos professores do meu espaço. EDUCAÇÃO sempre foi minha missão de vida e minha forma de contribuir com aquilo que acredito para despertar a alegria e a produtividade no processo de aprendizagem. APOIO AO CÂNCER me sensibilizou porque já enfrentei o câncer várias vezes e tento hoje, por meio do Projeto Chama Acesa, ajudar as pessoas a enfrentar seus medos em relação à doença e, principalmente, a divulgar as conclusões do trabalho do Dr. David Schreiber, que diz que o câncer tem muito a ver com estilo de vida: alimentação, corpo e estado de espírito. 

Acredito em iniciativas como essa, que lutam por uma causa e criam ações para ajudar instituições que são sérias, conscientes da realidade e que desenvolvem um trabalho social competente e solidário. Precisamos nos conscientizar de que todos podemos fazer algo para ajudar alguém e que iniciativas pequenas podem crescer e somar para transformar!

domingo, 23 de fevereiro de 2014

O propósito de vivenciar uma doença



Hoje, vou falar um pouco sobre o Dr. David Servan-Schreiber, porque foi a partir da leitura do seu livro Anticâncer – Prevenir e Vencer Usando as Defesas Naturais e do relato de sua experiência que encontrei inspiração para criar o Chama Acesa e acrescentar meu depoimento ao enfrentar o câncer mais de uma vez.

Acompanhei o depoimento do Dr. David, que, ao descobrir que estava com câncer no cérebro e ter a prospecção de mais seis meses de vida, fez da sua doença uma luta para beneficiar outras pessoas. Ele não viveu seis meses como haviam dito, mas 20 anos para escrever o livro e divulgar seus estudos e experiências que, com certeza, o ajudaram a cumprir sua missão, seu propósito de vida: ajudar inúmeras pessoas que estão com câncer e as que já enfrentaram a lidar com a doença de forma corajosa e consciente.

O depoimento do Dr. David como psiquiatra e oncologista, de seus pacientes, as informações claras e objetivas sobre o câncer, suas causas e efeitos e a busca de outras formas de tratamento no oriente que, naquele momento, ele desconhecia, foram os itens que mais me impressionaram. Com todo esse tempo dedicado a estudar, vivenciar e compartilhar experiências e tratamentos, sua conclusão é clara e objetiva: “câncer tem muito a ver com o estilo de vida”. E estilo de vida significa: corpo, alimentação e estado de espírito.

Alimentação anticâncer é algo que tem muito peso, pois ela acontece todos os dias e várias vezes ao dia. Já parou para pensar nisso? Corpo anticâncer é o resultado da regularidade do exercício físico no seu corpo e na sua mente. Escolha o exercício físico que tenha ligação com você e mantenha a disciplina. E estado de espírito anticâncer é você não deixar o estresse assumir o controle de sua vida, libertar-se dos seus medos e do sentimento de impotência, expressar suas emoções por canais saudáveis, para conquistar a paz interior.

Acredito que nada em nossa vida acontece ao acaso e que a VIDA é tão sábia que nos proporciona experiências que geram crescimento e evolução. Tudo tem um MOTIVO MAIOR e, quando entendemos, fazemos de nossa experiência uma contribuição a outras pessoas. Este é o propósito do Projeto Chama Acesa.

domingo, 2 de fevereiro de 2014

Tratamento de doenças e a espiritualidade



Li que a Universidade de São Paulo (USP) incorporou dimensão espiritual ao tratamento médico e que depoimentos dos pacientes revelaram que eles se sentem mais humanizados com a abordagem espiritualizada (clique aqui e confira o texto na íntegra). Confira abaixo detalhes sobre o assunto e, depois, meus comentários: 

Além da neuroquímica
O exercício da medicina e a formação dos médicos raramente levam em consideração aspectos como religião e espiritualidade no contato com os pacientes. Isso apesar do trabalho diário desses profissionais com a saúde humana, o que com frequência é sinônimo de lidar com o sofrimento alheio, a dor e a morte. Para o psiquiatra Frederico Camelo Leão, independentemente das crenças pessoais do médico, ele deve estar preparado para lidar com a dimensão espiritual. "O paciente demanda isso", afirma o pesquisador da Faculdade de Medicina da USP.

O Dr. Leão coordena o Programa de Saúde, Espiritualidade e Religiosidade (ProSER), iniciativa que busca compreender a relação entre esses três fatores a partir de atividades de pesquisa, ensino e assistência terapêutica. Segundo o médico, a complexidade do ser humano e a saúde mental vão muito além das questões neuroquímicas e é essa premissa que guia o programa.

Espiritualidade e saúde
A ideia não é que a espiritualidade e a religiosidade entrem como uma alternativa ao tratamento médico. "É uma forma complementar, dentro da visão de que a busca da saúde é mais do que apenas tomar remédios", explica. Leão conta que trabalhos científicos na área indicam que práticas como meditação, orações ou a dedicação a uma denominação religiosa podem estar associadas a melhoras na defesa imunológica e na longevidade.

Meditação tem efeito de remédio contra inflamações e dores. Ao frequentar um templo ou igreja, por exemplo, a pessoa, além de trabalhar sua espiritualidade, tem também suporte social, ou seja, frequenta um lugar onde pode compartilhar experiências e obter apoio, o que traz benefícios à saúde, podendo, inclusive, inibir ímpetos suicidas. 

Espiritualidade melhora saúde independentemente da religião (Anamnese espiritual)
A abordagem adotada na USP começa com um questionário para mapear o perfil espiritual/religioso de cada paciente. A seguir, equipe pode sugerir o encaminhamento do paciente a alguma das atividades promovidas pelo programa, como meditação, oficina de contos, ioga e psicoterapia transpessoal - no caso da ioga, o programa se estende também aos funcionários do Instituto.

meditação da ioga reduz o estresse severo em 12 minutos. Essa sessão - chamada de anamnese espiritual - por si só já apresenta uma função terapêutica ao estimular a reflexão do paciente sobre essas questões. Se ioga fosse remédio, seria o melhor do mundo, dizem cientistas. O trabalho não envolve práticas religiosas, embora possa ser feita uma intermediação quando o paciente deseja receber a visita de um representante religioso, como um rabino, padre ou pastor.

Ciência e religião
Embora ainda exista resistência por parte da comunidade científica ao lidar com questões que envolvam religião e espiritualidade, o Dr. Leão relata um grande crescimento na produção científica na área. "A resistência vem de quem acredita que a questão central da psiquiatria é diagnóstico e medicação. Mas a psiquiatria não se esgota aí", conclui o médico.

Comentários
A visão holística do ser humano é cada vez mais aceita e difundida, pois sabemos que todos nós temos corpo, mente, coração e espírito. A doença no corpo aparece em função do estresse (mente) que afeta nossas emoções e atitudes (coração). Quando estamos alinhados com nosso interior, com nossos valores e propósito de vida, a conexão com a espiritualidade torna-se algo natural.

A Ioga e a meditação são cada vez mais aceitas no meio científico, pois trabalham essa conexão com o nosso interior e com o lado espiritual. Todos temos um espírito e uma LUZ, temos Deus dentro de nós, mas nem sempre temos consciência disso.

A doença é um sintoma físico que nos mostra que algo em nossa vida está desalinhado com nosso interior e, quando acontece, nos “obriga” a olhar para dentro e a ter ações para diminuir o sofrimento. Isso aconteceu comigo ao enfrentar o câncer várias vezes. Hoje, quando olho para os últimos 13 anos de minha vida, enxergo um processo de sofrimento, mas de libertação. Hoje entendo que precisei passar por esse processo para vencer meus medos, deixar minha LUZ brilhar com toda intensidade para ser verdadeiramente feliz e estar em paz.

segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

O Poder do Hábito



Acabei de ler o livro O Poder do Hábito, de Charles Duhigg, e pensando sobre o aprendizado que a leitura me trouxe, preciso compartilhar algumas conclusões. Diz o autor que os hábitos não são inevitáveis e podem ser ignorados, alterados ou substituídos. Sem o circuito dos hábitos, nosso cérebro entraria em pane, sobrecarregado com as minúcias da vida cotidiana.

A descoberta do circuito do hábito é importante porque revela uma verdade básica: quando um hábito surge, o cérebro para de participar da tomada de decisões, não faz tanto esforço ou desvia a atenção para outras tarefas. O problema é que nosso cérebro não sabe diferenciar hábitos bons de ruins e, se você tem um hábito ruim, ele está sempre à espera dos estímulos e das recompensas. Isso explica porque é tão difícil criar o hábito de fazer exercícios físicos ou de mudar nossa alimentação.

A mudança pode não ser rápida e nem sempre é fácil. Mas, é possível, pois com tempo e esforço, qualquer hábito pode ser remodelado. No momento que descobriu qual é o circuito do seu hábito – você identificou a recompensa que está movendo seu comportamento, o estimulo que o provoca e a rotina em si - você pode começar a alterar o comportamento.

Comentário

Muitas vezes, não temos consciência de que vamos adquirindo hábitos nocivos para liberar o estresse, tão comum nos dias atuais pelo ritmo acelerado de vida que levamos. E repetimos automaticamente comportamentos que nos trazem uma satisfação apenas momentânea, seguida de um desconforto, pois no fundo sabemos que aquele hábito não agrega bem-estar e qualidade à nossa vida. 

Podemos exemplificar como hábitos não saudáveis: fumar, beber e comer demais, falar compulsivamente, trabalhar em excesso, ficar 100% plugado no virtual. Esses hábitos impulsionados pela nossa ansiedade acabam se tornando canais pelos quais liberamos o estresse, no dia a dia.

Tomar conhecimento da dinâmica ou circuito de um hábito, entender como e o motivo de ele acontecer e experimentar caminhos para uma mudança nos dá o poder de aceitar ou não alguns comportamentos que são prejudiciais em nossa vida e fazer novas escolhas.

Aquilo que parecia impossível em alguns momentos, difícil em outros, com o plano em ação vai diminuindo a intensidade e a frequência até se tornar algo automático, ou seja, o velho hábito desapareceu e surge um novo hábito em seu lugar.

Para fazer uma escolha assertiva nessa “troca” de hábitos é importante que descubra novos canais para liberar o estresse de forma saudável, que pode ser a música, o exercício físico, cozinhar para os amigos ou para a família, mexer com plantas e jardinagem, fazer artesanato, tirar fotografia, enfim, podem ser inúmeras opções que lhe dão prazer. Dessa forma, utilizará canais saudáveis para liberar seu estresse e ganhará em satisfação pessoal, bem-estar e qualidade de vida.

Só para lembrar: os hábitos não-saudáveis para liberar o estresse em algum momento são somatizados, se transformam em sintomas e o corpo nos “obriga” a encará-los. Todas as doenças surgem como resultados do nosso estilo de vida e nos direcionam para uma pausa ou reflexão sobre a necessidade de algumas mudanças que não podem mais ser adiadas.

segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

“Somos um só”



Eu sempre leio as colunas de Márcia de Luca nas revistas Claudia e Bons Fluidos e tudo que ela fala vai direto ao meu coração e traduz tudo que acredito. Decidi fazer uma síntese e comentar a sua coluna "Coisas da Alma", da revista Claudia deste mês, porque o tema está alinhado com a proposta do Chama Acesa, que é mostrar que o câncer tem muito a ver com estilo de vida (alimentação, corpo e estado de espírito), principalmente com o estado de espírito. Não podemos esquecer que o estado de espírito é o que nos apoia para adquirir e manter hábitos saudáveis na alimentação e na atividade física regular. Confiram:

Janeiro é um mês que incita à reflexão e à renovação. O meu objetivo aqui é incentivar todos a analisar o momento atual de evolução do Planeta Terra. A história da humanidade é cíclica. Desde que o mundo é mundo, civilizações têm seu apogeu e, em seguida, a queda. Pois é assim mesmo o movimento da roda da vida, que nunca cessa de girar.

Os opostos são parte intrínseca da nossa personalidade e da existência. Para atingirmos o verdadeiro equilíbrio, portanto, é preciso respeitar essa dualidade inerente ao nosso ser. Os indianos chamam a grande força que gera o Universo, responsável pela criação de tudo o que existe, de Shiva – que encerra em si as qualidades consideradas masculinas, como coragem, robustez e determinação. Como toda moeda tem dois lados, porém, eles dizem que quem coloca o poder de Shiva em movimento é Shakti, que contém em si as qualidades tidas como femininas: amor, compreensão, intuição e percepção. Uma força não existe sem a outra.

Até agora, o mundo masculino ditou normas e procedimentos e a razão nos guiou. Neste momento, passamos justamente por uma transição. Shiva começa a deixar o apogeu para dar espaço a Shakti, que reinará não mais por meio da razão, e sim do coração.

Mas é o equilíbrio entre uma coisa e outra que fará diferença na nova era, na qual estamos entrando agora. Shakti é o poder transformador do amor e da sensibilidade. A consciência de que ela existe dentro de nós nos trará bem-estar físico, psicológico e espiritual. Tem o poder de curar e rejuvenescer, nos ensina a celebrar o presente. É essa força que nutrirá nosso planeta, gerando mudança.

Dentro do coração espiritual, não há separação. Somos todos um só – um único ser de pura luz, em que o masculino e o feminino se encontram em harmonia.

Comentário

Eu estudo os hemisférios cerebrais há muitos anos e, quando li a coluna com o tema “Todos somos um”, imediatamente me lembrei dos hemisférios cerebrais: hemisfério cerebral esquerdo (razão) e direito (emoção). E o desafio de conquistarmos o equilíbrio no comportamento e nos relacionamentos que nada mais é do que a inteligência emocional. A busca pelo desenvolvimento das competências não-cognitivas, comportamentais ou emocionais hoje se tornou prioridade na educação das famílias, escolas e empresas.

A inteligência emocional, o equilíbrio entre a razão e a emoção é que nos ajuda a fazer escolhas inteligentes, errar, acertar, persistir e nos conduzir a uma qualidade de vida que, com certeza, impedirá o aparecimento de doenças como o câncer.

Se estamos entrando em uma era de descoberta do hemisfério cerebral direito, que tem o poder transformador do amor e da sensibilidade, vamos olhar pra dentro, para a luz que existe na profundidade do ser espiritual que somos.

Vamos estar abertos para esta conexão com o lado espiritual e com a consciência universal, pois é nela que reside a força que vemos brotar nas pessoas que estão enfrentando ou nas que já enfrentaram e venceram o câncer.

Isso sem esquecer que o equilíbrio entre estas duas forças opostas, masculino e feminino, trará bem-estar físico, psicológico e espiritual, que é tudo que precisamos para manter acesa a chama da vontade de viver.

segunda-feira, 13 de janeiro de 2014

Imunoterapia contra o câncer é o 'Avanço do Ano'


A americana Emily “Emma” Whitehead comemorou em maio doze meses de remissão de uma leucemia tratada por imunoterapia


Compartilho com vocês texto da revista Veja sobre imunoterapia contra o câncer. Confiram:

Depois de décadas de descrédito, a imunoterapia contra o câncer se impõe e é o Avanço do Ano da revista Science. A revista americana Science, a mais prestigiada publicação científica do mundo, surpreendeu a comunidade de pesquisadores ao dar o prêmio de Avanço do Ano à imunoterapia contra o câncer. Há mais de cinquenta anos surgiu como uma solução mágica a ideia de curar o câncer pela estimulação do sistema imunológico dos doentes. Gradativamente, porém, essa frente de luta ficou em segundo plano, por falta de resultados satisfatórios. Cada descoberta teórica, cada novo estimulante do sistema imunológico sintetizado, produzia enorme esperança, que logo era frustrada pela realidade da prática médica. Foi assim com a vacina anticâncer produzida nos anos 80, a vacina da tuberculose, adaptada por uma série de médicos para se tornar também anticâncer. A terapia é um fracasso na grande maioria dos casos. Mais tarde o mesmo padrão de euforia seguido de decepção se deu com o interferon sintético, que se mostrou capaz de melhorar a resposta imunológica dos pacientes, mas só fez o tumor regredir em poucos casos. Nunca totalmente abandonada, a imunoterapia teimava em não ser alternativa à altura para a radioterapia e a quimioterapia.

Os editores da revista justificaram a escolha da imunoterapia exatamente pelos extraordinários resultados práticos de tratamento de tumores malignos pela estimulação do sistema imunológico. “O que era apenas um conjunto de relatos esparsos foi se encorpando e tomando a forma de evidência científica”, escreveu a Science sobre a cena científica em 2013, ano em que ficou célebre o caso da americana Emily “Emma” Whitehead, que em maio comemorou doze meses de remissão de uma leucemia tratada por imunoterapia. Desde a aprovação do primeiro tratamento imunoterápico, em 1997, nada de animador acontecera. Tudo mudou com o aumento do conhecimento. Descobriu-se que certos componentes do sistema, paradoxalmente, precisam ser inibidos. É o caso da CTLA-4, substância que impede o sistema imunológico de trabalhar sempre com carga máxima. Os melhores resultados vieram de terapias em que essa substância foi inibida, permitindo assim que o corpo se mantivesse em guerra total e permanente contra os tumores. Avalia o oncologista Bernardo Garicochea, do Hospital Sírio-Libanês:“Espero que a imunoterapia ganhe mais espaço e substitua progressivamente outras formas de tratamento mais tóxicas e invasivas”.

segunda-feira, 9 de dezembro de 2013

Coisas que aprendi em 2013



Para fechar o ano, listei várias coisas que aprendi em 2013. E vocês, o que aprenderam?

- Aprendi que cada pessoa tem sua história de vida e que quando começamos a fazer julgamentos, deformamos nossa percepção e impedimos uma real aproximação. Afinal, esta pessoa não é melhor, nem pior do que você, é simplesmente um ser humano em seu caminho de aprendizado;

- Aprendi que valores e princípios são como faróis que norteiam nossos comportamentos e que quando nos desviamos deles, a VIDA sabiamente nos coloca de frente com as consequências nem sempre agradáveis para que possamos aprender e retornar para a direção certa;

- Aprendi que o homem como ser integral tem corpo, mente, coração e espírito e que, em sua vida pessoal e profissional, tem que estar inteiro, pois se estiver parcialmente não será feliz;

- Aprendi que a vida é cíclica e que a energia circula para que um ciclo se feche e dê espaço para um ciclo novo começar. Quando ficamos “presos”, a energia fica estagnada e a nossa vida para de evoluir;

- Aprendi que tudo que nos tira da “zona de conforto” gera dor e crescimento;

- Aprendi que velho é um preconceito e não tem a ver com a idade cronológica, pois o estado de espírito é que determina a vontade de viver;

- Aprendi que, quando temos a coragem de enfrentar os nossos medos, aí começa um processo de libertação;

- Aprendi que as doenças são sinais que a vida nos dá para nos mostrar que algo deve ser mudado e com urgência;

- Aprendi que só temos noção de nossa FORÇA quando estamos diante de uma grande adversidade;

- Aprendi que a espiritualidade está nas atitudes que você tem com o outro ser humano que está a sua frente, tendo ou não empatia por ele;

- Aprendi que a internet revolucionou o século XXI promovendo uma interação em qualquer tempo e lugar, mas que a interação presencial ainda faz a diferença;

- Aprendi que o Projeto Chama Acesa só se tornou realidade e atingiu mais de 2 mil pessoas devido à era digital e à habilidade de minha nora;

- Aprendi que precisamos encontrar os canais para liberar o estresse de forma saudável de acordo com nossas preferências;

- Aprendi que uma alimentação saudável, o exercício físico regular e um estado de espírito positivo ajudam a prevenir e a enfrentar o câncer.