quarta-feira, 8 de junho de 2016

Reiki no tratamento de câncer



Nesta semana, o assunto é o reiki no tratamento do câncer. Confiram o texto publicado no blog do Portal Universalista:

O Reiki é uma terapia japonesa de imposição de mãos que tem como objetivo a canalização de uma energia universal para o corpo. Esta energia traz equilíbrio ao corpo energético do paciente, estendendo-se ao corpo físico, desencadeando assim o restabelecimento da saúde física e mental.

A OMS já reconhece a eficácia do Reiki e o recomenda, portanto hospitais e ambulatórios dos Estados Unidos, Europa e Israel vêm incluindo o Reiki em seus departamentos de terapias complementares, visto que a universidades dos mesmos locais vêm percebendo e comprovando os efeitos do Reiki na saúde. No Brasil, hospitais como o Sírio Libanês e Albert Einstein já contam com o Reiki no seu rol de procedimentos de terapias complementares. O Sistema Único de Saúde (SUS) também já vem implantando esta técnica em alguns ambulatórios.

O Reiki se trata apenas de uma canalização de energia e não tem qualquer relação com religião ou crença. Indivíduos de qualquer religião ou até mesmo aqueles que nada professam podem se beneficiar desta terapia. Inclusive, não é necessário acreditar para que o Reiki funcione, a energia universal funciona por si só, independente de crença.

Pacientes oncológicos têm se beneficiado muito do Reiki tanto na cura do próprio câncer quanto no alívio das reações desagradáveis desencadeadas pela quimioterapia. Algo que tem acontecido com frequência é de pacientes oncológicos se submeterem ao Reiki e não contarem a seus médicos, que pensam que estes estão apenas fazendo o tratamento convencional (quimioterapia/radioterapia) até constatarem através de exames de imagem uma diminuição drástica inesperada do tumor e questionarem o paciente, que relata então estar se submetendo à sessões de reiki. Os pacientes oncológicos têm relatado também melhora na disposição, na fraqueza e na náusea após sessões de quimioterapia, visto que o Reiki reequilibra todas as células e órgãos do corpo. É notável também uma melhora no sistema imunológico destes pacientes, que muitas vezes por conta da própria quimioterapia ficam frágeis e debilitados, podendo apresentar gripes, resfriados e até mesmo infecções desencadeadas por bactérias oportunistas.

Os próprios médicos têm encaminhado seus pacientes para o Reiki, pois têm conseguido observar os benefícios adicionais deste tratamento, inclusive na qualidade de vida do paciente, que consegue uma sensação de profundo relaxamento e bem-estar e passa inclusive a aceitar melhor a doença, chegando assim de uma forma mais agradável à cura.

terça-feira, 24 de maio de 2016

"A intuição não é um pensamento, ela chega a nós como uma sensação"



Você segue a sua intuição? Nesta semana, compartilho com vocês um texto reflexivo sobre o assunto, da psicóloga Patricia Gebrim, publicado no site Vya Estelar:

Tratada por alguns como uma espécie de conto de fadas pueril, no qual acreditam apenas os ingênuos ou sonhadores, considero a intuição uma das ferramentas mais poderosas que possuímos. Uma oferenda cheia de sabedoria que brota, como água fresca, de nosso íntimo.

Podemos pensar na intuição como a linguagem da alma, uma síntese de percepções sutis operada por nosso próprio inconsciente. Não importa de onde venha, a real diferença está no quanto você se permite acessá-la, e no quanto a considera em suas decisões de vida.

Aos mais pragmáticos, controladores e racionais, a intuição parece suspeita, preferindo estes seguirem uma estrada reta, feita de lógica e coerência, beseada em fatos cientificamente comprováveis ou fenômenos observáveis. Escalam suas vidas um passo por vez, na medida em que conseguem enxergar os degraus.

Já os mais corajosos, que tomam a intuição como guia, são portadores de asas, capazes de se conectar com informações que chegam por vias não tão palpáveis. Dispostos a fluir com esse fluxo de informações, os intuitivos encurtam caminhos, conseguem antever resultados, evitando perigos e aproveitando melhor as oportunidades da vida. 

A intuição não é um pensamento, ela chega a nós como uma sensação. Um conforto ou desconforto frente a determinadas pessoas, experiências ou situações. "Algo" que nos diz se devemos seguir ou parar. Ir ou ficar.

A mente racional analisa fatos de maneira lógica e os compara com o que já conhece, oferecendo essa ou aquela sugestão. A intuição, livre das amarras do tempo e espaço, amparada pela amplitude do inconsciente coletivo, pode nos oferecer informações que pairam além do que já conhecemos. Nos mostra o que ainda não vimos, nos insere no que ainda não conhecemos. Nos traz o novo, o criativo. Nos inspira, nos eleva, respeita a verdadeira essência imaterial de que é feito nosso ser.

Para acessar esse fluxo de informações intuitivas, basta atravessar a barreira da mente racional, mergulhar nesse espaço sagrado que todos temos no centro de nosso peito, ouvir mais as sensações que nos chegam pelo coração. Não é tão difícil, se estivermos dispostos a sair um pouco dos trilhos aprisionadores de nossas crenças, se nos lembrarmos de nossa verdadeira natureza e estivermos dispostos a ouvir o som de nossa própria alma.

quarta-feira, 11 de maio de 2016

A cura está no doente, diz médico



Você já ouviu falar de medicina integrativa? "É a prática da medicina que reafirma a importância da relação entre o paciente e o profissional de saúde. É focada na pessoa em seu todo, é baseada em evidências e faz uso de todas as abordagens terapêuticas, profissionais de saúde e disciplinas adequadas para obter o melhor da saúde e cura", como explica o cirurgião Paulo de Tarso Lima em seu site. Veja mais detalhes sobre o assunto nesta reportagem da revista Veja, que conta com explicações do médico: 

Não é habitual ouvir um médico respeitável, de uma instituição de saúde modelar, falar sobre o papel da energia do corpo humano e da religião no caminho para a cura. É justamente o caso do cirurgião Paulo de Tarso Lima, do Hospital Albert Einstein, de São Paulo. A medicina integrativa é uma prática em ascensão. Surgida nos Estados Unidos na década de 1970, une a medicina tradicional oriental, com sua abordagem holísitica, e a ocidental, apoiada na produção científica e na tecnologia. A reunião tem revolucionado a busca pela cura de doenças como o câncer. "A ideia não é excluir nada, mas juntar tudo e mostrar que a pessoa é detentora da capacidade de cura da própria doença", afirma Lima, que estudou a medicina interativa na Universidade do Arizona (EUA) e cursa o primeiro ano da Barbara Brenner School of Healing, na Flórida, onde a cura é perseguida a partir do estudo da energia humana. O médico é também autor do livro Medicina Integrativa - A Cura pelo Equilíbrio (MG Editores, 139 págs., 32,20 reais). Na entrevista a seguir, ele explica os fundamentos da medicina integrativa e aposta que a prática vai se espraiar por aqui por razões econômicas - por ora, apenas alguns hospitais e somente cinco universidades brasileiros se dedicam ao assunto.

Afinal, o que é medicina integrativa?

É um movimento que surgiu nos Estados Unidos na década de 1970 e que começou a ser organizado com mais rigor na década de 1980, quando entrou para as faculdades de medicina. Hoje, existem 44 universidades americanas ligadas à pratica, que traz uma visão mais holística da pessoa no seu todo: corpo, mente e espírito. O que buscamos é oferecer uma assistência com informação e terapias que vão além da medicina convencional para ajudá-la a se conectar com a promoção de saúde. Eu não tenho a menor dúvida de que a medicina convencional é extremamente efetiva em se tratando de doença, mas saúde não é apenas ausência de doença.

Que terapias são essas?

Sistemas tradicionais como a medicina chinesa e indiana nos oferecem uma gama de alternativas, como acupuntura, reiki, yoga, entre outras, que trabalham a energia do nosso corpo, estimulando uma reação aos sintomas das doenças. A ideia desse movimento não é excluir nada, mas juntar tudo e mostrar que a pessoa é detentora da capacidade de cura da própria doença. Isso é uma mudança de paradigma, porque a possibilidade de voltar ao estado saudável não é algo dado à pessoa, mas é algo inato a ela.

Qual a explicação para só agora a medicina integrativa despertar interesse de médicos convencionais?

Há duas razões: a demanda dos pacientes e a produção acadêmica, que cresce a uma velocidade muito alta. Se entendemos como as coisas funcionam, sabemos que é seguro.

Qual a situação da prática no Brasil?

Estamos em uma situação de dualidade. Os alinhados à prática muitas vezes não usam a medicina convencional de maneira integrada, e os convencionais não usam a medicina integrativa. Temos no Brasil um movimento diferente dos Estados Unidos, menos acadêmico, mas que vem crescendo graças a uma portaria de 2006 que autorizou procedimentos de acupuntura, homeopatia, uso de plantas medicinais e fitoterapias no Sistema Único de Saúde (SUS).

E por que a resistência dos médicos convencionais?

Eu não entendo. Estamos falando de energia e não precisamos ir muito longe para provar que energia corporal existe. A partir do momento que temos uma mitocôndria que produz energia dentro de cada célula, e isso é ensinado no primeiro ano de medicina, não há o que discutir. Temos energia no corpo, e pronto. O curioso é que muitos exames hospitalares rotineiros são baseados em mensuração do campo energético do corpo, como a ressonância magnética, o eletroencefalograma e outros mais sofisticados. Mas se você falar para um neurologista sobre a manipulação da energia do corpo, ele pira.

Por quê?

Porque entramos em um outro ponto da discussão sobre a energia humana, que é a interface com a religião. Estamos vivendo em uma nova fronteira em que se tenta entender essa energia, como ela é produzida, como pode ser manipulada e conduzida. E isso tem um impacto importante na questão da espiritualidade. Por isso, se algum paciente meu acha conforto na religião, se ele se sente bem assim, eu o estimulo a praticá-la.

E como se medem os resultados da medicina integrativa?

Começamos a medir os resultados pelas questões econômicas. A Prefeitura de Campinas, em São Paulo, registrou uma redução substancial de uso de analgésico dentro do SUS ao oferecer terapias ligadas à medicina chinesa focadas na questão ósseo-muscular. Além disso, tem uma série de trabalhos acadêmicos ligados à genética provando que a qualidade de vida produz efeitos na expressão genética da doença. E uma nova fase de trabalho investiga se uma gestante, cujo feto apresenta uma expressão genética de determinada doença, pode ajudar seu bebê se tiver uma gestação muito cuidadosa.

Como isso seria possível?

O homem carrega no seu código genético informações de doenças que podem ser a causa de sua morte. Isso já é provado. Só que você pode ter a característica genética da doença e não desenvolvê-la, ou tê-la precocemente. Isso vai depender da qualidade da sua vida. Comer bem, respirar melhor, praticar atividades físicas, lúdicas e contemplativas são fatores muito importantes ligados à qualidade de vida e que vão provocar um impacto no nosso bem-estar e, consequentemente, na resposta do corpo às doenças já estabelecidas e àquelas que estão programadas para acontecer. O Prêmio Nobel do ano passado de Medicina (dividido entre os pesquisadores Elizabeth H. Blackburn, Carol W. Greider e Jack W. Szostak) mostra que, se há uma importante mudança nutricional e de práticas contemplativas, há uma diminuição da expressão de câncer de próstata em determinados grupos de homens.

As pessoas, em geral, estão mais abertas para as práticas alternativas?

No Brasil, entre 45% e 80% dos pacientes diagnosticadas com câncer utilizam algum tipo terapia "alternativa" em conjunto com o tratamento. Nos Estados Unidos, 13% das crianças e 55% dos adultos saudáveis utilizam tais práticas.

O senhor acredita que essa corrente ganhará espaço no futuro?

Acredito. Não por razões humanitárias, mas por uma questão econômica. Afinal, a forma como a medicina é praticada atualmente implica altos custos. Não posso prever, porém, quanto tempo isso vai demorar, porque o convencimento dos profissionais a respeito do assunto exigirá um longo trabalho.

quarta-feira, 20 de abril de 2016

Fuja dos 5 vilões da realização dos sonhos



Quer vencer os vilões que se colocam no caminho entre o sonho e a sua realização? Então, confira cinco deles e os elimine de sua vida, com dicas da escritora e coach de alta performance Paula Abreu:

1- Rota de fuga

Segundo Paula Abreu, a existência de uma rota de fuga para o seu plano funciona como uma alternativa de voltar à rotina de antes. A coach lembra histórias de séculos atrás, quando alguns desbravadores tinham seus barcos queimados pelos próprios comandantes, para que só restassem duas opções: vencer a guerra ou morrer. “Se sempre deixarmos espaços para recuar, também permitimos a hesitação, o medo e autossabotagem”, alerta.

2- Procrastinação

O que mais atrapalha a realização de um projeto pessoal ou os passos para mudar o rumo da carreira, por exemplo, é a procrastinação. A escritora explica que procrastinar é diferente de ser preguiçoso. “Muitas vezes estamos trabalhando demais, realizando projetos que não nos interessam realmente e não descansando no sofá, mas acabamos optando por viver em uma rotina que nos deixa enclausurados”, conta. Paula também destaca que é possível praticar a procrastinação produtiva. “Se você se dedicar a vários projetos ao mesmo tempo, você pode se dedicar a algo paralelo no momento em que se cansou de fazer um deles, e assim se dedicar a atividades que possam futuramente fazer parte da atividade adiada, como ler livros ou buscar fontes de inspiração”.

3- A espera pelo momento perfeito

É comum acreditar que, para realizar qualquer sonho que permita atingir a realização e felicidade, são necessárias condições perfeitas. “Esperar os filhos crescerem, ou a renda aumentar, ou aguardar o sentimento de estar preparado acaba gerando ainda mais procrastinação, como se a pessoa estivesse apertando o ‘snooze’ interno”, explica a coach. É importante começar a agir sem esperar. “A hora é agora. Você não precisa de um equipamento caríssimo para filmar, ou tintas especiais para pintar, nem um lugar especial para poder se inspirar. Comece assim mesmo e o resto se ajeita pelo caminho”, aconselha.

4- O tempo, ou melhor, a falta dele

A habitualidade de certas coisas faz com que tenhamos a percepção do tempo como algo quantitativo. Paula Abreu explica que a forma linear com que encaramos o tempo faz com que deixemos de lado a visão qualitativa e passamos a enxergá-lo como quantitativo. “Além de nos esquecermos de que a intensidade com que vivemos o tempo é mais importante que a quantidade, também esquecemos do conceito cíclico com que nossos antepassados mediam o tempo, em fases da lua e estações do ano”, destaca. Segundo a escritora, enxergar o tempo em forma de ciclos faz com que possamos enxergar determinadas atitudes como novas etapas, em vez de “passos para trás”, como alguns enxergam a perda de um emprego, por exemplo.

5- As críticas

Quando se luta por aquilo em que se acredita, e quando se procura viver uma vida que foge dos padrões que muitos da sociedade enxergam como “normal”, as críticas serão inevitáveis, conforme a escritora explica com base em sua própria experiência. “Quando você tem clareza sobre sua vida e firmeza sobre os seus valores, as críticas deixam de te afetar e passam a ser apenas opiniões de quem pensa diferente de você”, ensina. “Se alguma das suas companhias impede o seu desenvolvimento e sua busca profissional, talvez seja melhor se afastar deste tipo de companhia”, finaliza.

quarta-feira, 6 de abril de 2016

Como manter o equilíbrio em meio ao caos



Como manter o equilíbrio em meio ao caos? "Nada dura para sempre. Faça disso seu mantra", recomenda a psicóloga Patricia Gebrim em seu texto publicado no Vya Estelar:

Claro que, se pudéssemos escolher, nossa vida seria cercada de coisas boas, de prazeres que fazem bem ao corpo, de delicadezas que alimentam a alma, de pessoas que nos tornam melhores, sem falar da tão almejada paz. Mas, gostemos ou não, nem sempre é assim. Muitas vezes a vida se torna turbulenta, barulhenta, caótica e assustadora.

Na impossibilidade de fugir, nos resta aprender a lidar com esses momentos, que existem também para nos permitir exercitar a maestria de nossas emoções. São esses os momentos da vida em que mais podemos crescer, desde que sejamos corajosos o suficiente para atravessar as turbulências, tendo nossa alma e nossa sabedoria como guias. De nada adianta nos desesperarmos nos momentos difíceis, cedendo um precioso espaço de vida ao medo. Tampouco será produtivo nos enfurecermos ou vitimizarmos. Mais do que nunca, é preciso que busquemos o equilíbrio.

Quando adentramos os túneis sombrios de nossa existência, devemos sempre levar conosco um fio luminoso, que nos ajude a encontrar o caminho de volta. Mais do que nunca, é preciso manter acesa a luz da alma, para nos ajudar a atravessar os pântanos da escuridão humana. É preciso lembrar que, a despeito da noite, a luz solar continua esperando por nós na próxima volta do planeta. A despeito das tempestades, o Sol nunca deixa de brilhar para além das nuvens de nosso momento. Saber disso, faz toda a diferença e nos ajuda a efetuar a travessia.

É importante seguir sempre adiante, segurar nesse fio de esperança que nos ajuda a confiar e não olhar para trás. Como se atravessássemos um abismo sobre uma estreita ponte, o melhor é focar o olhar em um ponto lá na frente, onde se queira chegar, e seguir adiante, um passo por vez, sem permitir que o medo nos distraia e nos faça olhar para trás. É perigoso olhar para trás em momentos assim. Precisamos nos manter no nível máximo de concentração. Precisamos também aprender a nos dar as mãos. Estamos todos juntos nessa travessia ancestral, em busca do que de mais elevado existe em nós.

Tempos sombrios pedem mais luz. Mais leveza, mais sabedoria e consciência. Nada dura para sempre. Faça disso seu mantra e continue adiante. Não pare, não adormeça em meio a um temporal. Siga adiante, faça o seu melhor, isso é a única coisa que você pode fazer. Não tente mudar tudo ao seu redor. Mude o que está ao seu alcance e deseje, do fundo do seu coração que a harmonia abrace seu entorno. Muitas vezes nos sentimos pequenos e impotentes, frente à dimensão assustadora de nossos desafios. Ouça. Não somos pequenos, somos capazes dos gestos mais incríveis, dos atos mais amorosos, dos passos mais corajosos!

Não fique cego. Mesmo se tudo se escurecer ao seu redor, olhe para dentro e você enxergará.

terça-feira, 22 de março de 2016

Maus hábitos de vida x câncer



Os hábitos de vida têm ligação com as chances de evitar ou ter câncer. Confiram abaixo um texto da Oncomed sobre o assunto:

O risco de se contrair uma doença está ligado a uma série de fatores, entre eles a predisposição genética e os hábitos de vida. Diversos estudos científicos relacionam os maus hábitos a um maior risco de desenvolver uma série de enfermidades, como por exemplo, a obesidade, o diabetes, a hipertensão arterial, o enfisema pulmonar, a osteoporose, o infarto do coração, o derrame cerebral, o câncer, dentre outras.

O hábito de fumar, por exemplo, é responsável por cerca de 21% de todas as mortes por câncer a nível mundial, aumentando em 20 vezes o risco de desenvolver câncer de pulmão. Já a exposição excessiva à radiação solar é causadora do câncer de pele, que é o mais frequentemente diagnosticado no mundo, com cerca de um milhão de novos casos ao ano. O sedentarismo, por sua vez, é outro hábito de vida frequentemente relacionado ao aumento do risco de adoecer e está associado, inclusive, ao aumento do risco de morrer por câncer.

No mesmo sentido, o excesso de peso aumenta o risco de morrer de causas cardiovasculares e câncer. “Outro hábito de vida consistentemente relacionado ao aumento no risco de doenças cardiovasculares é o baixo consumo de fibras, frutas e vegetais e o elevado consumo de gorduras, carne vermelha e sal, sendo tal associação também válida para o risco de desenvolver câncer, embora um pouco menos evidente”, explica o médico oncologista da Oncomed BH, Dr. Felipe Reis.

O consumo elevado de bebidas alcoólicas é outra prática associada ao risco de desenvolver doenças, principalmente no esôfago e fígado. O risco está diretamente relacionado à quantidade de álcool ingerida diariamente, sendo os cânceres de fígado, esôfago e orofaringe comprovadamente associados ao hábito.

A prática de sexo desprotegido e a promiscuidade sexual também estão ligadas ao risco de doenças causadas por vírus e bactérias. Além dos danos diretos causados pelo microrganismo, algumas doenças infecciosas estão relacionadas ao aumento do risco de desenvolvimento de cirrose, AIDS, cânceres do fígado, orofaringe, colo do útero, linfoma, leucemia e sarcoma.

“A prevenção continua sendo a maneira mais eficaz e barata de reduzir o risco de desenvolver uma série de doenças graves. Cabe ao médico aconselhar e orientar os pacientes no sentido de adotar hábitos de vida mais saudáveis e, portanto, cabe aos pacientes adotar tais práticas e almejar uma vida sempre mais longeva”, finaliza Dr. Felipe.

quinta-feira, 10 de março de 2016

5 dicas para respeitar limites e necessidades do corpo



Uma boa alimentação é fundamental para manter a saúde em dia. Confira abaixo cinco dicas para respeitar os limites e as necessidades do seu corpo, listadas pela nutricionista Lara Natacci, do DietNet:

Hidratação
A água é melhor opção para manter-se sempre hidratado e deve representar pelo menos metade de todos os líquidos que ingerimos durante o dia. Porém, é possível variar o tipo de bebida. Sucos naturais, chás e vitaminas com frutas são outras opções que tornam o cardápio nutritivo e atrativo, já que quebram a rotina e fornecem outros nutrientes importantes para o organismo.

Respeite suas vontades
Quando excluímos algum tipo de alimento, muitas vezes aumentamos a vontade de consumi-lo e reduzimos a oferta de alguns nutrientes importantes para o bem-estar do corpo. Uma boa opção é consumir ou buscar outras opções que sejam similares. Em alguns casos, e com a orientação de um profissional especializado, as opções light podem ajudar quem quer manter o peso.

Não restrinja nada por conta própria
Esse hábito pode influenciar a oferta de nutrientes. Dentro de uma alimentação equilibrada, todos os alimentos são bem-vindos. Então, em vez de restringir, vale ampliar e experimentar alimentos novos, para aumentar a variedade das refeições. E caso seja necessário restringir um alimento, o acompanhamento e a orientação de um nutricionista são fundamentais.

Não pule refeições
Quando ficamos muito tempo sem comer, nosso corpo tende a poupar mais energia e isso prejudica a manutenção de um peso adequado. Sem contar que a fome na próxima refeição pode ficar incontrolável! Leve frutas e outros pequenos lanches para garantir que se alimente a cada três horas.

Varie a alimentação
Organize as refeições da semana combinando diferentes alimentos, inclusive inclua aqueles que você não costuma consumir. Por exemplo, para as proteínas, podemos variar entre as de origem animal e vegetal. Montar um prato colorido é fornecer mais variedade para o corpo a fim de garantir a quantidade ideal de nutrientes, como vitaminas, minerais e proteínas.