sábado, 4 de agosto de 2018

Como “nasceu” a capa do livro Chama Acesa


É com muita alegria que conto a vocês que a minha história de vida virou livro! A biografia é a concretização do Projeto Chama Acesa, que nasceu com este blog, em 2013. Em uma viagem de dentro para fora, revelo como a luta contra o câncer e o amor pela profissão de educadora me ajudaram a trilhar o caminho de libertação e autoconhecimento. Foi escrito pela jornalista Patricia Zwipp a partir do meu relato.

O lançamento ocorrerá no V International Happiness Forum, dia 2 de setembro, em São Paulo. A sessão de autógrafos será realizada a partir das 12h30. No mesmo dia, participarei de um painel de medicina integrativa e darei o workshop "Alfabetização Emocional - O que as emoções falam de mim". Os interessados podem adquirir o ingresso pelo seguinte link:https://goo.gl/YBE1ob

Acho muito importante compartilhar com vocês como tudo foi acontecendo de forma não-intencional e, portanto, muito intuitiva. Hoje, o assunto é a capa do livro.

Eu estava em Portugal porque fui participar de outra edição do IV International Happiness Forum, criado por Eduarda Oliveira, na cidade do Porto. Acabando o fórum, fui com a Eduarda para Coimbra e combinamos de passear no dia seguinte, na Mata do Bussaco, pois ela sabe que amo natureza. 

De manhã, ela me ligou falando que ia conosco mais uma amiga, a fotógrafa Sandra Fonseca. Eu me lembrei dela porque, quando fui no II International Happiness Forum, ela tirou uma foto na minha palestra que mostrou a minha alma. 

Fomos juntas e a Sandra com sua máquina fotográfica em punho. Mas nada havia sido combinado. Passeamos em lugares com uma natureza tão diversificada e encantadora que eu me sentia privilegiada de estar naquele lugar com uma paz e gratidão imensas. 

Em um determinado momento, surgiu a conversa sobre o meu livro e me lembrei que a Patricia Zwipp e a Patricia Gebrim, coincidentemente, haviam me sugerido uma foto andando na natureza que eu tanto amava. E aí aconteceu que a Sandra começou a tirar fotos minhas andando por caminhos entre a natureza, muito especiais. 

De todas as fotos, a escolhida foi esta da capa que mostra o Portal de Coimbra, quem tem uma vista maravilhosa. Desta forma, mais uma etapa da concretização deste sonho se materializava. A capa do livro “nascia” sem planejamento, de forma gratificante e totalmente intuitiva. 

Minha gratidão a Sandra Fonseca, fotógrafa da cidade de Coimbra, em Portugal. Ela tem o dom de descobrir a “alma” que existe dentro de cada pessoa ou situação, transformando-a em uma obra de arte. Contribuiu de forma original e generosa para a construção de uma capa repleta de significado.

Sobre mim - Jamile Coelho
Sou consultora de projetos educacionais e sempre acreditei em educação para a vida, autoconhecimento e inovação. Enfrentei o câncer quatro vezes e criei o Projeto Chama Acesa para ajudar quem está em busca do caminho da cura. Confira minha história e meu trabalho no site www.jamilecoelho.com.br.

segunda-feira, 30 de julho de 2018

Mulheres na jornada da vida


Desde a adolescência, sou apaixonada por escrever o que me vem ao coração. Sempre acessei facilmente o que sinto e esse é o primeiro passo para começar a escrever. Assim foi com o meu diário, que me acompanhou toda a juventude, e também acontece com as sínteses e reflexões pessoais que sempre fiz dos livros que leio e me apaixono. Quando um novo livro chega à minha vida e nele encontro um pouco de mim, acaba me levando a uma viagem interna, em que me descubro um pouco mais, e escrever surge como uma força impulsora. 

Foi assim com o livro "Anticâncer", do neuropsiquiatra David Servan-Schreiber, que serviu de base para a criação do blog Chama Acesa; com o livro “De Dentro Pra Fora” de Juliane Pfeiffer; e com o livro "Propósito", do Prem Baba, que me ajudou a contextualizar o trajeto de autoconhecimento na vida. Agora, a situação se repete com o livro "Mulheres na Jornada do Herói", de Beatriz Del Picchia e Cristina Balieiro.

As autoras contaram histórias de vida de mulheres diversas com depoimentos translúcidos, que vinham do fundo da alma, falando de suas dores, suas lutas e seus ganhos. Isso mexeu profundamente comigo. Fui me identificando com aquela jornada comum, com uma mandala como mapa. Esse caminhar em círculo começa com a RUPTURA de algo que não se sustenta mais em nossa vida, continua com a INICIAÇÃO de uma nova etapa com todos os desafios que ela traz e chega ao RETORNO, no caminho de volta à vida cotidiana, mas de outra forma, porque você já não é a mesma. 

Essa jornada circular me fez acessar a lembrança de quando voltei a Findhorn, primeira ecovila sustentável do mundo, na Escócia. Cheguei ao mesmo lugar, refiz o programa da semana de experiência, mas foi algo totalmente novo, pois ”por dentro” eu não era a mesma de dois anos antes. 

A volta a um lugar ou um reencontro nunca é o mesmo, pois houve um acréscimo de experiências em nossa bagagem de vida e as emoções vividas ficam impregnadas dentro da gente. Assim é o caminhar pela jornada da vida que pulsa e se transforma. Comparar essa jornada a uma mandala é uma representação repleta de significado. 

Como a pedra que jogada no lago desenha círculos que se expandem até desaparecerem, o movimento da energia feminina flui de forma amorosa e acolhedora. O círculo lembra a forma de um abraço. Um abraço que abre e fecha. Abre para receber e fecha para acolher. Só que não prende. Se prender, vira apego, que se transforma em prisão. O amor não aprisiona. O amor agrega. 

Nesse abrir e fechar de abraços, o Universo nos proporciona encontros com a gente mesmo e com o outro, em momentos e em lugares diferentes. E nunca mais seremos os mesmos. A jornada da vida continua a fluir em círculos como uma mandala.

Sobre mim - Jamile Coelho
Sou consultora de projetos educacionais e sempre acreditei em educação para a vida, autoconhecimento e inovação. Enfrentei o câncer quatro vezes e criei o Projeto Chama Acesa para ajudar quem está em busca do caminho da cura. Confira minha história e meu trabalho no site www.jamilecoelho.com.br.

segunda-feira, 23 de julho de 2018

Fique no seu eixo. Escolha a paz!


Se existe algo que pode nos ajudar a viver melhor é aprendermos a não absorver o que não nos pertence.
Cada um de nós estâ aqui lidando com seus próprios desafios e, acreditem, isso já é o bastante.
Anote em letras douradas: "
O que é do outro não nos pertence." 
O medo do outro, a raiva do outro, a insegurança do outro... 
São DO OUTRO, entendem?
Se nos mantivermos no nosso próprio eixo, talvez até possamos ajudar, "desde que dentro de nossos limites e sem nos fazer mal."
Mas quando nos misturamos, entramos no modo reação, nos perdemos de nós mesmos, e lá se vai nossa alegria, nossa força, nossa paz, escorrendo pelas palmas de nossas mãos.
Assim... aceite e permita que o outro seja quem é. 
Essa é a única maneira de você aceitar e permitir o mesmo a si mesmo.
Não importa o que o outro esteja manifestando, permaneça calmamente no seu centro, no seu eixo, na sua paz.
Isso é o que chamamos de PODER.

Texto da psicóloga Patricia Gebrim

Sobre mim - Jamile Coelho
Sou consultora de projetos educacionais e sempre acreditei em educação para a vida, autoconhecimento e inovação. Enfrentei o câncer quatro vezes e criei o Projeto Chama Acesa para ajudar quem está em busca do caminho da cura. Confira minha história e meu trabalho no site www.jamilecoelho.com.br.

segunda-feira, 9 de julho de 2018

Remédio para a alma: espiritualidade é disciplina na faculdade de Medicina da UFF


A medicina integrativa busca uma forma humanizada, centrada no ser humano integral (corpo, mente, coração e espírito), com foco na origem do problema, resgatando as medicinas tradicionais, como a chinesa e a ayurvedica, e todas as abordagens terapêuticas (baseadas em evidências científicas) apropriadas para alcançar saúde e cura. Chegou à minha vida de forma mais consistente por causa da Dra. Patricia Valentini de Melo, minha mastologista e amiga, que participou de cursos e congressos defendendo o tema.

Hoje, compartilho com vocês a reportagem "Remédio para a alma: espiritualidade é disciplina na faculdade de Medicina da UFF", do jornal O Globo, em que universidades, psiquiatras e especialistas analisam a influência de sentimentos nas manifestações de doenças e apontam o perdão como meio de cura. Confira: 

O ditado “Errar é humano, e perdoar é divino” sempre transitou pela religiosidade. Perdão e consciência vêm ganhando, entretanto, espaço nos meios acadêmico e científico, que analisam os benefícios à saúde alcançados por quem cultiva bons sentimentos e deixa para trás rancor, mágoa e raiva. Uma prova dessa mudança é a disciplina optativa Medicina e Espiritualidade, que caminha para o quarto semestre na faculdade de Medicina da Universidade Federal Fluminense.

Os mestres da cadeira trabalham com a ideia de medicina integrativa seguindo conceitos da Carta de Ottawa, que conclamou, em 1986, organizações sociais e a Organização Mundial da Saúde (OMS) a esforços para um novo padrão de saúde pública. O documento defende que saúde não é apenas a ausência de doença, mas uma condição decorrente do bem-estar físico, psicológico, familiar, social e espiritual, como explica o coordenador da disciplina, José Genilson Ribeiro.

— Na Europa e nos Estados Unidos, cerca de 80% das faculdades já têm essa cadeira no currículo. No Brasil, ainda estamos devagar — diz Ribeiro, urologista e professor da UFF responsável pela implementação da disciplina em 2017. — Em aula, trabalhamos os sentimentos. Acreditamos que a doença começa na alma, se instala no corpo físico, e que é preciso tratar o paciente de maneira integral. Não basta tratar o efeito da doença, mas os aspectos totais. Muitas pessoas têm mágoas e não conseguem perdoar. Isso as deixa presas em suas dores, o que dificulta a melhora física.

Lecionada por um grupo de profissionais atuantes nas áreas de psicologia, medicina e arteterapia, a disciplina Medicina e Espiritualidade vai além das salas de aulas. No Núcleo de Estudos em Saúde, Medicina e Espiritualidade (Nesme) da UFF, pacientes são atendidos gratuitamente por professores e estudantes.

Na Universidade Estadual do Rio de Janeiro (Uerj), alunos criaram a Liga Acadêmica de Medicina e Espiritualidade (Liame), em 2014, para dar espaço a pesquisas e debates sobre o tema. Abrangendo a necessidade de “cuidar de quem cuida”, um grupo de apoio aos estudantes da Liame recebe alunos de Medicina para que eles também expressem suas emoções e tenham melhores condições de lidar com elas.

— Criamos a Liame com base no aumento do interesse acadêmico-científico pelo tema de saúde e espiritualidade. Em 1998, foi proposta pela OMS a inclusão da dimensão espiritual do ser à sua definição de saúde, convidando-nos a repensar o paradigma científico frente ao diálogo com o sentido espiritual da vida — contextualiza Carlos Roberto Figueiredo, estudante da Faculdade de Ciências Médicas da Uerj e fundador da Liame.

Perdoar faz bem à saúde

Para a psiquiatra Carmita Abdo, diretora da Associação Médica Brasileira (AMB) e presidente da Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP), uma comprovação do que é defendido pela disciplina de Medicina e Espiritualidade e pela Liame está nos efeitos, negativos ou positivos, das substâncias produzidas pelo corpo humano após a experiência de sensações boas ou ruins.

— As emoções levam a modificações de substâncias no organismo. Quando liberamos ocitocina e endorfina, elas nos levam à melhora na imunidade e a sensações de bem-estar. O contrário ocorre com sensações negativas, que liberam substâncias que baixam a imunidade. Com o perdão não é diferente. Quando perdoamos alguém temos a sensação de alívio, de gratificação, o que é revertido em ocitocina — explica.

O conscienciólogo — profissional que estuda a consciência humana — Mário Oliveira é membro da Associação Internacional de Parapsiquismo Interassistencial (Assip), com sede em Foz do Iguaçu, que tem em uma de suas frentes a compreensão da importância do perdão para o processo de cura das doenças.

— Mantemos um curso para conscientizar sobre a importância de perdoar. Acreditamos que a falta de perdão tem criado problemas de saúde, seja câncer, depressão, alergias ou dores, todos associados às mágoas guardadas. Com o tempo, esses sentimentos tendem a se manifestar de alguma forma, de maneira comportamental ou física. É difícil fazer essa ponte, e por isso criamos um seminário dedicado à prática do perdão. Com exercícios e palestras, os participantes são estimulados a perdoar — explica Oliveira, que tratá o seminário ao Rio, no Flamengo, nos dias 4 e 5 de agosto.

Em Niterói o Instituto Internacional de Projeciologia e Conscienciologia (IIPC), em Icaraí, realizará um curso com a temática do perdão no dia 19 de agosto. Alessandra Nascimento, coordenadora do IIPC no Estado do Rio, acrescenta:

— Estudamos a ciência que tem como base a relação da consciência com o corpo físico e suas energias, e acreditamos que a energia tem interação muito grande na saúde. Seu desequilíbrio pode causar doenças. Quem tem dificuldade de perdoar tem muito apego, o que atrai energias de baixo padrão, podendo adoecer o corpo.

Sobre mim - Jamile Coelho

Sou consultora de projetos educacionais e sempre acreditei em educação para a vida, autoconhecimento e inovação. Enfrentei o câncer quatro vezes e criei o Projeto Chama Acesa para ajudar quem está em busca do caminho da cura. Confira minha história e meu trabalho no site www.jamilecoelho.com.br.

segunda-feira, 2 de julho de 2018

Liberte o passado... Hoje, tudo pode ser diferente!


"Liberte o passado... Hoje, tudo pode ser diferente". Já parou para refletir sobre isso? Compartilho o texto da psicóloga Patricia Gebrim sobre o assunto. 

Tudo passa nesta vida.
Essa afirmação é tão poderosa que compreendê-la pode dotar de asas nossa vida.
Tudo passa, assim tente não se agarrar a nada.
Se algo bom se for da sua vida, algo ainda melhor pode chegar, essa é a ideia!
Flua, de bom grado, sem resistência, confiante de que tudo sempre tem o propósito de nos tornar mais evoluídos, mais perto da luz que somos.
Da mesma forma, nenhum problema é indissolúvel ou durará para sempre.
Respire essa afirmação. 
Sinta como é libertadora!
O que nos mantém atrelados às dificuldades da vida é o apego ao passado, ao que já foi, à história que conhecemos.
Ouça...
Não importa se algo já tiver acontecido "mil vezes" na sua vida.
Se tiver acontecido "um milhão de vezes"...
Hoje tudo pode ser diferente.
Percebe a força disso?
Mas para isso você precisa liberar o que já foi.
Deixar que se dissolva.
Respirar o novo.
Abrir-se para a beleza deste momento.
Tudo passa.
Você merece a paz.
Você merece a prosperidade.
Você merece o amor.
Você é luz.

Sobre mim - Jamile Coelho

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segunda-feira, 18 de junho de 2018

Minha história de amor e fé com Nossa Senhora



Neste mês, fui mais uma vez a Portugal com a motivação de acompanhar a construção do International Happiness Forum, da Eduarda Oliveira, e contribuir com o que eu acredito e me propus a difundir: a importância da educação emocional, da infância à maturidade.

Nesta viagem, tive a oportunidade de conhecera a cidade de Fátima e lá aconteceu algo muito forte. Assim que cheguei, fui visitar o local onde Nossa Senhora de Fátima apareceu para as crianças peregrinas e fui tocada por uma profunda emoção, que há muito tempo não emergia com tanta força do mais profundo do meu ser.

Ao caminhar por aquele lugar de paz e espiritualidade, veio à tona minha história de amor e fé com Nossa Senhora. Foi como se uma retrospectiva da minha vida acontecesse dentro de mim.  

Lembrei-me da infância e da adolescência, quando rezava todos os dias e conversava com Nossa Senhora, na capela do Colégio Nossa Senhora de Lourdes. O hábito se repetiu dos meus 11 anos de idade até o término da faculdade, pois estudei todo esse tempo no mesmo local.

Sempre amei escrever e tive um diário que me acompanhou grande parte da vida. Nesse período, enquanto eu escrevia, estava conversando com minha mãezinha do céu. Tudo que me acontecia, principalmente o que eu sentia, era com Ela que compartilhava. Escrevia tanto que perdia a noção do tempo.

Em Fátima, comecei a refletir o quanto a figura do “sagrado feminino” havia sido muito forte em minha vida. Além da ligação afetiva intensa com minha mãe e de ter o nome da minha avó materna, a fé em Nossa Senhora me acompanha até hoje.


Naquele momento mágico, rezei e chorei muito ao recordar toda essa parte da minha vida, com os mínimos detalhes. Senti uma profunda gratidão por viver, por ter meus filhos, por amar minha profissão. Pensei em cada pessoa da família e nos amigos próximos. Senti que caía sobre mim uma chuva de bênçãos.

A minha vontade era de ficar ali e perder a noção do tempo, só para meditar e usufruir da paz e da pura gratidão que inundava meu coração e a minha alma. Aquele silêncio era tudo de que eu precisava naquele momento.

A CHAMA ACESA da VIDA brotou de dentro de mim com tanta força, verdade e transparência, que nada me faltava. TUDO estava completo e era perfeito. A minha vida poderia terminar ali, naquela hora, e estava tudo certo. Acredito que experimentei um sentimento de plenitude e de entrega como nunca havia sentido antes. E pensei: “Que assim seja”.

Sobre mim - Jamile Coelho

Sou consultora de projetos educacionais e sempre acreditei em educação para a vida, autoconhecimento e inovação. Enfrentei o câncer quatro vezes e criei o Projeto Chama Acesa para ajudar quem está em busca do caminho da cura. Confira minha história e meu trabalho no site www.jamilecoelho.com.br.


segunda-feira, 4 de junho de 2018

Você acredita em destino?


Você acredita em destino? Nesta semana, compartilho um texto reflexivo sobre o assunto, escrito pela psicóloga Patricia Gebrim. Confira: 

"A pergunta foi... "Está tudo determinado em nossas vidas ou somos livres para escolher?"
Aqui vai o que penso. 

Um dia, quando você era estrelinha e decidiu vir experimentar este planetinha, você foi conversar com o "Senhor de todas as coisas", pois sabia que todos que iam àquele planeta chamado Terra costumavam sofrer de um estranho tipo de esquecimento... e depois de um tempo por lá, já não sabiam quem eram.
O "Senhor de todas as coisas", puro amor, disse então:
"Hummm... Vamos deixar umas pistas lá para você... acontecimentos que vão mexer com você... pessoas que vão surgir no seu caminho... para que você se lembre... o que acha?"
Foi como na estorinha de João e Maria... você deve conhecer aquela coisa de deixar no caminho os pedacinhos de pão, né?
Então gente... isso é o que chamamos de DESTINO.


Mas somos livres. 
A graça desta experiência aqui no planeta é que podemos escolher... 
Podemos usar o pãozinho para encontrar nosso caminho de volta para casa. 
Podemos simplesmente comer o pãozinho. 
Pudemos chutar ou fazer uma bolinha de pão para jogar na cabeça de alguém. 
Isso se chama LIVRE ARBÍTRIO.


Mas o senhor de todas as coisas é tão cheio de amor que criou ainda uma outra coisa. 
Não importa o que a gente escolha fazer, colocamos em andamento uma resposta... coisas que nos acontecem a partir da nossa escolha... nos ensinando sobre ela. 
Então se a gente joga bolinha de pão em alguém... um dia vai cair bolinha de pão na nossa cabeça. (Isso não é punição. O "Senhor de todas as coisas" não é do tipo que acha divertido dar castigos). 
É uma forma de ajudar a gente a aprender sobre como é receber bolinha de pão na cabeça. 
Só isso. 
Isso se chama LEI DE CAUSA E EFEITO.

Sobre mim - Jamile Coelho
Sou consultora de projetos educacionais e sempre acreditei em educação para a vida, autoconhecimento e inovação. Enfrentei o câncer quatro vezes e criei o Projeto Chama Acesa para ajudar quem está em busca do caminho da cura. Confira minha história e meu trabalho no site www.jamilecoelho.com.br.