sexta-feira, 5 de outubro de 2018

Lançamento da minha biografia na comemoração de 5 anos do Grupo Mulheres do Brasil


As ações do Outubro Rosa, contra o câncer de mama, continuam. Na quinta-feira (4), comemorei o meu aniversário com a oportunidade de lançar o livro Chama Acesa no evento de 5 anos do Grupo Mulheres do Brasil

A minha biografia conta como a luta contra o câncer e o amor pela minha profissão de educadora me ajudaram a trilhar o caminho de libertação e autoconhecimento.




Sobre mim - Jamile Coelho
Sou consultora de projetos educacionais e sempre acreditei em educação para a vida, autoconhecimento e inovação. Enfrentei o câncer quatro vezes e criei o Projeto Chama Acesa para ajudar quem está em busca do caminho da cura. Confira minha história e meu trabalho no site www.jamilecoelho.com.br.

quarta-feira, 3 de outubro de 2018

Outubro Rosa: Palestra e lançamento da minha biografia no Grupo Mulheres do Brasil


Ontem (2) foi um dia muito especial! A minha primeira ação do Outubro Rosa, de combate ao câncer de mama, aconteceu no Grupo Mulheres do Brasil. Tive a oportunidade de dar a palestra "Chama Acesa: um caminho de autoconsciência e cura", participar de uma roda de conversa e lançar a minha biografia. 


O livro Chama Acesa conta como a luta contra o câncer e o amor pela minha profissão de educadora me ajudaram a trilhar o caminho de libertação e autoconhecimento. 




Obrigada a todos que participaram do evento! Gratidão!

Sobre mim - Jamile Coelho
Sou consultora de projetos educacionais e sempre acreditei em educação para a vida, autoconhecimento e inovação. Enfrentei o câncer quatro vezes e criei o Projeto Chama Acesa para ajudar quem está em busca do caminho da cura. Confira minha história e meu trabalho no site www.jamilecoelho.com.br.

terça-feira, 11 de setembro de 2018

O que é o 'ikigai', o segredo japonês para um vida longa, feliz e saudável


Assisti a uma entrevista de Betth Ripolli com a empresária Chieko Aoki, presidente da rede Blue Tree Hoteis, e achei o assunto muito interessante: IKIGAI. Já ouviu falar sobre ele? Segundo Chieko, na cultura japonesa, é uma coisa supernormal, é a razão de ser, de estar, de fazer. "É ter vontade de fazer as coisas como se se fosse mais que um propósito, é a sua razão de viver", disse.  

Para apresentar o IKIGAI a vocês, selecionei um trecho da reportagem da BBC, com o título "O que é o 'ikigai', o segredo japonês para um vida longa, feliz e saudável". Confira:

Você sabe por que se levanta pela manhã? Se consegue responder a isso, então, você já encontrou seu ikigai, um conceito japonês antigo que pode ser a chave para uma vida longa, feliz e saudável.

Não existe uma tradução direta para o termo. O mais próximo que se pode chegar é a descrição feita por Ken Mogi, autor do livro Ikigai: Os cinco passos para encontrar seu propósito de vida e ser mais feliz (Astral Cultural, 2018).

"Ikigai é a sua razão de viver", diz o neurocientista japonês. "É o motivo que faz você acordar todos os dias."

O conceito vem de Okinawa, um grupo de ilhas ao sul do Japão com uma população de moradores centenários bem acima da expectativa de vida média, mesmo para os padrões japoneses.

Muitos acreditam que o ikigai é o segredo de sua longevidade. O termo é bem conhecido em todo o país, como explica Mogi, e a ideia representada por ele está se espalhando para outras partes do mundo.

Segundo o autor, é "muito importante identificar as coisas que você gosta de fazer e que te dão prazer, porque elas dão propósito à vida e levam a uma existência longa e feliz".

"E não se trata apenas de viver por um longo tempo, mas de aproveitar a vida e saber o que você quer fazer com ela", afirma.

O ikigai também é algo muitas vezes relacionado à vitalidade.

"É a felicidade que vem de sempre ter algo para fazer, de estar ocupado", diz Francesc Miralles, que, junto com Héctor García, escreveu Ikigai: Os segredos dos japoneses para uma vida longa e feliz (Intrínseca, 2016).

A ideia por trás disso é que, "se você encontra algo que dê sentido à sua vida, isso o faz seguir em frente e o mantém motivado", diz Miralles.
Como achar seu 'ikigai'?

Não é difícil, segundo Mogi. Você pode começar por algo simples como beber uma xícara de café pela manhã.

"Em geral, somos tão obcecados com o sucesso e grandes metas que a vida acaba se tornando intimidadora. O legal do ikigai é que você pode partir de coisas pequenas até chegar aos grandes objetivos de vida."

Ser fácil de começar é um dos fatores que levam cada vez mais pessoas de fora do Japão a se interessarem pelo conceito, e alguns livros já foram publicados sobre o assunto.

"Qualquer um pode partir do que está ao seu alcance e começar a sentir-se bem e a experimentar os benefícios que isso traz antes de, gradualmente, evoluir para objetivos maiores."

Mas todo esse bem-estar em potencial depende de um pequeno detalhe: encontrar um ikigai.
E se você não sabe o que mexe com você?

"Você precisa observar a si mesmo", recomenda Mogi.

"Parta do zero, olhe-se no espelho: que tipo de pessoa é você? Pense no passado e no que te dá prazer. Isso te dará uma pista. Como neurocientista, eu acredito que as coisas que nos dão prazer são reflexos do tipo de pessoas que nós somos."

Mas ampliar seu horizonte para objetivos maiores pode ser mais complexo. "Se você não sabe o que quer da vida, comece fazendo uma lista do que você não quer, quais situações te deixam desconfortável ou infeliz, quais atividades prefere evitar", aconselha Miralles.

"Você pode descobrir que há várias coisas que te deixam feliz: aprender coisas novas, cuidar do jardim, ajudar outras pessoas, resolver problemas, fazer música... ou vender coisas, falar em público."

Miralles admite que encontrar um ikigai não é sempre um processo simples. "Há pessoas que sabem o que querem ser desde a infância, mas a maioria de nós não sabia o que queria."

E há o peso do cotidiano: "Vamos à escola, buscamos emprego, lidamos com obrigações e pagamos contas... e, com isso, podemos nos distanciar de nossos impulsos naturais".

Para ajudar a encontrar sua paixão, o escritor sugere seguir o conselho do cientista da computação e palestrante motivacional Randy Pausch (1960-2008): "Resgate seus sonhos de infância. Quais eram? Desenhar por horas? Dançar? Correr? Pense em quando era pequeno e no que te deixava feliz e você não faz mais".

"A beleza do ikigai é que é algo muito pessoal", diz Mogi. "Não é algo dado a você, de forma passiva. Você precisa explorar sua mente e cultivar seu ikigai."

Isso torna-se muito importante em sociedades como a japonesa, que podem ser vistas como bastante homogêneas, afirma Mogi, "porque cada pessoa tem seu ikigai, e isso vira uma forma de celebrar as diferenças individuais".


Sobre mim - Jamile Coelho
Sou consultora de projetos educacionais e sempre acreditei em educação para a vida, autoconhecimento e inovação. Enfrentei o câncer quatro vezes e criei o Projeto Chama Acesa para ajudar quem está em busca do caminho da cura. Confira minha história e meu trabalho no site www.jamilecoelho.com.br.

terça-feira, 4 de setembro de 2018

Como o livro CHAMA ACESA foi construído: uma parceria e dois sonhos


Escrever um livro sempre foi um sonho para mim. E a realização de um sonho acontece no momento certo, quando aquele sonho está forte o suficiente para nascer. 

Um sonho é como uma semente plantada em nosso coração, que vai sendo cuidada e, quando ganha força, rompe a barreira para desabrochar. No entanto, deixa as raízes dentro para garantir a sustentação e para mostrar a importância do processo. 

Posso comparar também um sonho com um passarinho, pois adoro pássaros. Precisa ficar na incubadora, que é o ovo, para se formar, fortalecer e nascer. Nascer para aprender a viver, a cantar, a voar e, por fim, alçar voos mais altos com liberdade e força. 

Eu acredito que esse processo da semente plantada até o desabrochar, do passarinho no ovo incubado até nascer, pode muito bem representar o processo de criação e construção do livro Chama Acesa, que é a minha biografia. 


Entre mim e a Patricia aconteceu uma parceria eficaz, firme e amorosa de duas pessoas com perfis bem diferentes, mas complementares para equilibrar a construção do processo. Uma emocional demais e a outra mais lógica e racional. Uma é mais reservada e a outra extremamente falante e interativa. Uma muito “terra”, a outra muito “água”. 

No entanto, apesar das diferenças, temos em comum uma forte sensibilidade que nos conectou para a criação do livro da forma mais verdadeira possível. O elo que surgiu nessa jornada foi se fortalecendo e resultou em laços de afeto e respeito sólidos. 

Não tem como escrever um livro da vida de uma pessoa sem se colocar no lugar dela, de corpo e alma. As lembranças dos acontecimentos foram guiadas pelas perguntas que a Patricia elaborava e me enviava por e-mail. 

E ela me dizia: "Não se preocupe em ordenar. Lembrou, escreve de forma espontânea". Perguntas essas que buscavam acontecimentos de minha vida no tempo e no espaço, entremeados com diversas emoções, de dores fortes a alegrias intensas. E esse trabalho durou meses. Eu gostava muito de escrever à noite e me perdia no tempo, pois o fluxo vinha com muita naturalidade. Tudo estava pronto para nascer. 

E assim foi... Em alguns dias, ligava para minha irmã pedindo a versão dela sobre algum fato para olhar de outro ângulo o que havia acontecido. Em outros dias, as lembranças me faziam rir ou chorar muito. Algumas eram mais difíceis de lidar e tinha momentos que queria “fugir” delas perguntando para a Patricia: "você já não fez essa pergunta?". E ela respondia: "não tem pergunta repetida". Então, eu concluía que tinha que encarar e buscar as respostas dentro de mim. 

E assim o processo foi se desenvolvendo de dentro pra fora. No início, ela me mandava o que havia escrito de forma mais ordenada para eu revisar, mas, quando eu lia, sempre queria mudar (estilo habilidoso muito forte) e ela percebeu que, dessa maneira, o livro nunca iria terminar. 

De forma segura e firme, optou por não me mandar de volta cada bloco de perguntas respondidas para revisão e prosseguimos o trabalho. Na finalização, reli e revisei tudo. Lembrei de mais alguns detalhes para completar e percebi que algumas partes poderiam ser enxugadas. E o livro foi concluído. 

Hoje, com o Chama Acesa em mãos, sinto que chegou o momento em que eu me sinto apta para fazer um agradecimento especial e justo à Patricia Zwipp, uma jornalista criteriosa, exigente, que ama ler e escrever e que tinha um sonho: escrever um livro. E por que eu me sinto assim? 

- Porque partiu dela começar o livro com o primeiro capítulo dedicado à minha mãe, que foi uma pessoa fundamental em minha vida. 

- Foi ela que me ajudou a materializar o blog e as redes sociais do Projeto Chama Acesa, sintetizando textos e escolhendo imagens, com grande habilidade, desde 2013. 

- Foi a Patricia que teve a perspicácia de transformar o período em que fiquei doente no fio condutor da história, o que acabou originando o nome do livro. 

- Foi ela que teve o insight de dividir o livro nas estações do ano, que escreveu a mensagem de cada estação e me ajudou a escolher as fotos. 

- E por último, conquistou a maestria ao tecer como uma obra de arte todos os acontecimentos de minha vida de forma não-linear, ou seja, não escreveu cada etapa separadamente como nos livros biográficos, por ordem cronológica. Optou por utilizar o tempo "Kairós", ou seja, o tempo em que as coisas acontecem por dentro, de forma totalmente interligada. 

É preciso muita conexão e sensibilidade para conseguir fazer isso e, quando vi o resultado, ou seja, o livro pronto, eu chorei. E ela também. Assim, foram dois sonhos que a VIDA magistralmente uniu para nascerem juntos.

Sobre mim - Jamile Coelho
Sou consultora de projetos educacionais e sempre acreditei em educação para a vida, autoconhecimento e inovação. Enfrentei o câncer quatro vezes e criei o Projeto Chama Acesa para ajudar quem está em busca do caminho da cura. Confira minha história e meu trabalho no site www.jamilecoelho.com.br.

segunda-feira, 3 de setembro de 2018

Lançamento da minha biografia


Ontem (2 de setembro) foi um dia muito especial para mim! Lancei a minha biografia no International Happiness Forum, onde também participei de um painel de medicina integrativa e dei o workshop "Alfabetização Emocional - O que as emoções falam de mim".

O livro Chama Acesa conta como a luta contra o câncer e o amor pela minha profissão de educadora me ajudaram a trilhar o caminho de libertação e autoconhecimento. Agradeço a todos que compartilharam este momento de emoção comigo. Em breve, informo as datas das próximas sessões de autógrafos. 

Na foto, as Patricias que tanto colaboraram para o blog e o livro Chama Acesa: Patricia Zwipp, Patricia Gebrim e Dra. Patricia Valentini Melo

Sobre mim - Jamile Coelho
Sou consultora de projetos educacionais e sempre acreditei em educação para a vida, autoconhecimento e inovação. Enfrentei o câncer quatro vezes e criei o Projeto Chama Acesa para ajudar quem está em busca do caminho da cura. Confira minha história e meu trabalho no site www.jamilecoelho.com.br.

sábado, 4 de agosto de 2018

Como “nasceu” a capa do livro Chama Acesa


É com muita alegria que conto a vocês que a minha história de vida virou livro! A biografia é a concretização do Projeto Chama Acesa, que nasceu com este blog, em 2013. Em uma viagem de dentro para fora, revelo como a luta contra o câncer e o amor pela profissão de educadora me ajudaram a trilhar o caminho de libertação e autoconhecimento. Foi escrito pela jornalista Patricia Zwipp a partir do meu relato.

O lançamento ocorrerá no V International Happiness Forum, dia 2 de setembro, em São Paulo. A sessão de autógrafos será realizada a partir das 12h30. No mesmo dia, participarei de um painel de medicina integrativa e darei o workshop "Alfabetização Emocional - O que as emoções falam de mim". Os interessados podem adquirir o ingresso pelo seguinte link:https://goo.gl/YBE1ob

Acho muito importante compartilhar com vocês como tudo foi acontecendo de forma não-intencional e, portanto, muito intuitiva. Hoje, o assunto é a capa do livro.

Eu estava em Portugal porque fui participar de outra edição do IV International Happiness Forum, criado por Eduarda Oliveira, na cidade do Porto. Acabando o fórum, fui com a Eduarda para Coimbra e combinamos de passear no dia seguinte, na Mata do Bussaco, pois ela sabe que amo natureza. 

De manhã, ela me ligou falando que ia conosco mais uma amiga, a fotógrafa Sandra Fonseca. Eu me lembrei dela porque, quando fui no II International Happiness Forum, ela tirou uma foto na minha palestra que mostrou a minha alma. 

Fomos juntas e a Sandra com sua máquina fotográfica em punho. Mas nada havia sido combinado. Passeamos em lugares com uma natureza tão diversificada e encantadora que eu me sentia privilegiada de estar naquele lugar com uma paz e gratidão imensas. 

Em um determinado momento, surgiu a conversa sobre o meu livro e me lembrei que a Patricia Zwipp e a Patricia Gebrim, coincidentemente, haviam me sugerido uma foto andando na natureza que eu tanto amava. E aí aconteceu que a Sandra começou a tirar fotos minhas andando por caminhos entre a natureza, muito especiais. 

De todas as fotos, a escolhida foi esta da capa que mostra o Portal de Coimbra, quem tem uma vista maravilhosa. Desta forma, mais uma etapa da concretização deste sonho se materializava. A capa do livro “nascia” sem planejamento, de forma gratificante e totalmente intuitiva. 

Minha gratidão a Sandra Fonseca, fotógrafa da cidade de Coimbra, em Portugal. Ela tem o dom de descobrir a “alma” que existe dentro de cada pessoa ou situação, transformando-a em uma obra de arte. Contribuiu de forma original e generosa para a construção de uma capa repleta de significado.

Sobre mim - Jamile Coelho
Sou consultora de projetos educacionais e sempre acreditei em educação para a vida, autoconhecimento e inovação. Enfrentei o câncer quatro vezes e criei o Projeto Chama Acesa para ajudar quem está em busca do caminho da cura. Confira minha história e meu trabalho no site www.jamilecoelho.com.br.

segunda-feira, 30 de julho de 2018

Mulheres na jornada da vida


Desde a adolescência, sou apaixonada por escrever o que me vem ao coração. Sempre acessei facilmente o que sinto e esse é o primeiro passo para começar a escrever. Assim foi com o meu diário, que me acompanhou toda a juventude, e também acontece com as sínteses e reflexões pessoais que sempre fiz dos livros que leio e me apaixono. Quando um novo livro chega à minha vida e nele encontro um pouco de mim, acaba me levando a uma viagem interna, em que me descubro um pouco mais, e escrever surge como uma força impulsora. 

Foi assim com o livro "Anticâncer", do neuropsiquiatra David Servan-Schreiber, que serviu de base para a criação do blog Chama Acesa; com o livro “De Dentro Pra Fora” de Juliane Pfeiffer; e com o livro "Propósito", do Prem Baba, que me ajudou a contextualizar o trajeto de autoconhecimento na vida. Agora, a situação se repete com o livro "Mulheres na Jornada do Herói", de Beatriz Del Picchia e Cristina Balieiro.

As autoras contaram histórias de vida de mulheres diversas com depoimentos translúcidos, que vinham do fundo da alma, falando de suas dores, suas lutas e seus ganhos. Isso mexeu profundamente comigo. Fui me identificando com aquela jornada comum, com uma mandala como mapa. Esse caminhar em círculo começa com a RUPTURA de algo que não se sustenta mais em nossa vida, continua com a INICIAÇÃO de uma nova etapa com todos os desafios que ela traz e chega ao RETORNO, no caminho de volta à vida cotidiana, mas de outra forma, porque você já não é a mesma. 

Essa jornada circular me fez acessar a lembrança de quando voltei a Findhorn, primeira ecovila sustentável do mundo, na Escócia. Cheguei ao mesmo lugar, refiz o programa da semana de experiência, mas foi algo totalmente novo, pois ”por dentro” eu não era a mesma de dois anos antes. 

A volta a um lugar ou um reencontro nunca é o mesmo, pois houve um acréscimo de experiências em nossa bagagem de vida e as emoções vividas ficam impregnadas dentro da gente. Assim é o caminhar pela jornada da vida que pulsa e se transforma. Comparar essa jornada a uma mandala é uma representação repleta de significado. 

Como a pedra que jogada no lago desenha círculos que se expandem até desaparecerem, o movimento da energia feminina flui de forma amorosa e acolhedora. O círculo lembra a forma de um abraço. Um abraço que abre e fecha. Abre para receber e fecha para acolher. Só que não prende. Se prender, vira apego, que se transforma em prisão. O amor não aprisiona. O amor agrega. 

Nesse abrir e fechar de abraços, o Universo nos proporciona encontros com a gente mesmo e com o outro, em momentos e em lugares diferentes. E nunca mais seremos os mesmos. A jornada da vida continua a fluir em círculos como uma mandala.

Sobre mim - Jamile Coelho
Sou consultora de projetos educacionais e sempre acreditei em educação para a vida, autoconhecimento e inovação. Enfrentei o câncer quatro vezes e criei o Projeto Chama Acesa para ajudar quem está em busca do caminho da cura. Confira minha história e meu trabalho no site www.jamilecoelho.com.br.