quinta-feira, 28 de maio de 2015

O dia em que eu morri



Estranho? Nem tanto. Se depois de ler esse texto você achar que ainda está vivo, ótimo!
Caso contrário, é bom repensar se ainda existe algum sopro de vida aí dentro. Vou contar como tudo aconteceu.
A minha primeira parcela de morte aconteceu quando acreditei que existiam vidas mais importantes e preciosas do que a minha. O mais estranho é que eu chamava isso de humildade. Nunca pensei na possibilidade do auto abandono.

Morri mais um pouquinho no dia em que acreditei em vida ideal, estável, segura e confortável.
Passei a não saber lidar com as mudanças. Elas me aterrorizavam.
Depois vieram outras mortes. Recordo-me que comecei a perder gotículas de vida diária, desde que passei a consultar os meus medos ao invés do meu coração. Daí em diante comecei a agonizar mais rápido e a ser possuída por uma sucessão de pequenas mortes.

Morri no dia em que meus lábios disseram, não. Enquanto o meu coração gritava, sim! Morri no dia em que abandonei um projeto pela metade por pura falta de disciplina. Morri no dia em que me entreguei à preguiça. No dia em que decidir ser ignorante, bulímica, cruel, egoísta e desumana comigo mesma. Você pensa que não decide essas coisas? Lamento. Decide sim! Sempre que você troca uma vida saudável por vícios, gulodice, sedentarismo, drogas e alienação intelectual, emocional, espiritual, cultural ou financeira, você está fazendo uma escolha entre viver e morrer.

Morri no dia em que decidi ficar em um relacionamento ruim, apenas para não ficar só. Mais tarde percebi que troquei afeto por comodismo e amor por amargura. Morri outra vez, no dia em que abri mão dos meus sonhos por um suposto amor. Confundi relacionamento com posse e ciúme com zelo.

Morri no dia em que acreditei na crítica de pessoas cruéis. A pior delas? Eu mesma. Morri no dia em que me tornei escrava das minhas indecisões. No dia em que prestei mais atenção às minhas rugas do que aos meus sorrisos. Morri no dia que invejei, fofoquei e difamei. Sequer percebi o quanto havia me tornado uma vampira da felicidade alheia. Morri no dia que acreditei que preço era mais importante do que valor. Morri no dia em que me tornei competitiva e fiquei cega para a beleza da singularidade humana.


Morri no dia em que troquei o hoje pelo amanhã. Quer saber o mais estranho? O amanhã não chegou. Ficou vazio… Sem história, música ou cor. Não morri de causas naturais. Fui assassinada todos os dias. As razões desses abandonos foram uma sucessão de desculpas e equívocos. Mas ainda assim foram decisões.

O mais irônico de tudo isso?
As pessoas que vivem bem não tem medo da morte real.
As que vivem mal é que padecem desse sofrimento, embora já estejam mortas. É dessas que me despeço.
Assinado,
A Coragem


quinta-feira, 30 de abril de 2015

A Ioga e a minha vida



Toda etapa de transformação gera satisfação e dor. Satisfação pelas escolhas que fazemos e que vêm de encontro ao nosso coração. Dor porque sempre ocorrem perdas e perdas são dolorosas.

Não há como ignorar esses dois aspectos, principalmente quando as decisões são sérias e envolvem outras pessoas. Nesses momentos, precisamos encontrar canais saudáveis para liberar o estresse e um deles para mim foi a prática regular da Ioga.

A ioga acalma meus pensamentos, dá elasticidade ao meu corpo, ajuda a me conectar com o AQUI e AGORA e principalmente a estar em sintonia com o meu interior, com aquilo que verdadeiramente sou. A partir dela, começo, aos poucos, meditar.

A Ioga me dá um suporte físico, mental e emocional. Físico porque sinto meu corpo ativo. Mental porque desacelera meus pensamentos. Emocional porque, diminuindo o ritmo do pensar, fica mais fácil se conectar com o SENTIR, com o nosso coração.

Hoje, a ioga é o meu apoio, meu esteio, minha fonte de energia. É onde me equilibro para viver, enfrentar obstáculos e, principalmente, evoluir como ser humano. Sou grata ao Alexandre Viola, meu professor que me ensinou a descobrir a prática da ioga no silêncio, que me passa tranquilidade e firmeza, me ajuda a encarar desafios e exercitar a superação.

Por tudo isso, pretendo que o Espaço Educacional seja cada dia mais um lugar para as pessoas se fortalecerem, se conhecerem, interagirem e caminharem profundamente conectadas a algo maior, que é sua intenção de vida.

quinta-feira, 16 de abril de 2015

Inca: alimentação pode evitar 4 milhões de casos de câncer



Nesta semana, o assunto é alimentação anticâncer. De acordo com o Inca (Instituto Nacional do Câncer), de 3 a 4 milhões de casos poderiam ser evitados no mundo apenas com mudança na alimentação. Confira 12 recomendações do Inca, retiradas da reportagem do Portal Terra:

1) Manter o peso corporal adequado é uma das principais formas de prevenir o câncer.

2) Experimente atividades físicas como parte da rotina diária, começando por aquelas que lhe deem prazer, como caminhar, andar de bicicleta, dançar, nadar, dentre tantas outras. Quanto mais se movimenta o corpo, mais protegido estará contra o câncer!

3) Frutas, legumes, verduras, cereais integrais, feijões e outras leguminosas, sementes e castanhas protegem contra o câncer, fortalecendo nosso sistema imunológico e ajudando a regularizar o funcionamento do intestino. Faça deles a base da sua alimentação!

4) Procure diminuir os alimentos e bebidas com alto teor calórico, do tipo fast-food e industrializados, pois eles promovem excesso de peso e obesidade que aumentam a chance de desenvolver câncer.

5) Carnes vermelhas como de boi, porco, cordeiro e cabra podem causar câncer se consumidos em grande quantidade. Portanto, o seu consumo deve ser limitado a menos de 500 g por semana.

6) As carnes (brancas e vermelhas) fritas, grelhadas, defumadas ou preparadas como churrasco podem aumentar a chance de desenvolver câncer. As melhores formas de preparo das carnes são assadas, cozidas e ensopadas. Resgate o prazer de cozinhar para estimular uma alimentação saudável!

7) O excesso de sal e alimentos com conservantes, como carnes salgadas e defumadas, alimentos industrializados prontos para consumo e frios à base de carne (ex. mortadelas, presuntos, peito de peru, salsichas e linguiças) devem ser evitados.

8) Bebidas alcoólicas favorecem a formação de câncer, por isso é recomendado que não sejam consumidas.

9) O uso de suplementos alimentares, como cápsulas com vitaminas e minerais, sem recomendação profissional pode ser perigoso para a saúde. Para a população em geral, uma alimentação saudável é suficiente para proteger contra o câncer.

10) O consumo frequente de adoçantes artificiais adicionados a bebidas e alimentos ou presentes em produtos light , diet ou zero, pode causar algumas doenças como o câncer.

11) Os agrotóxicos utilizados na produção da maioria dos alimentos no Brasil causam danos à saúde do produtor rural e do consumidor. Sempre que possível, dê preferência aos alimentos orgânicos!

12) Amamentação protege as mães do câncer de mama e os bebês do sobrepeso e da obesidade. A criança deve receber somente o leite materno até os 6 meses. A partir de então deve receber a alimentação complementar saudável mantendo o leite materno até os dois anos de idade ou mais.

quinta-feira, 9 de abril de 2015

Aprenda a ficar na companhia de sua própria alma



Nesta semana, compartilho com vocês o artigo "Aprenda a ficar na companhia de sua própria alma", escrito por Patricia Gebrim e publicado no Vya Estelar:

Escrevo deste lindo lugar em meio à natureza, ao som do vento que atravessa as árvores próximas ao chalé. Longe da cidade, da agitação do dia a dia, em paz e em profundo contato comigo mesma, penso no quão especiais são esses momentos em que mergulhamos em nosso próprio Ser. Muitos fogem de estar consigo mesmos.

Preenchem suas vidas com todo tipo de atividades, ou estão sempre na companhia de outras pessoas. Na verdade fomos todos influenciados a acreditar que estar sozinho é uma espécie de fracasso.

Bacana mesmo é estar sempre rindo, cercado de um grande número de pessoas. Nunca vi uma propaganda, por exemplo, na qual fosse mostrada uma pessoa em profunda conexão consigo mesma, em paz e feliz por isso. A felicidade sempre está associada a festas, viagens, muitas pessoas ou conquistas materiais. 

Ouça, se você escolhe estar só em alguns momentos, isso não significa que não goste ou não valorize as pessoas. Estar só não é uma ação contra ninguém. É uma escolha a favor da existência da alma, da beleza, da sensibilidade, da poesia, da criatividade, do amor. 

A parte mais bela de cada um de nós, como acontece com os tesouros, encontra-se em nossa profundidade. Está lá, à nossa espera, quietamente, aguardando a nossa atenção para que possa desabrochar, compartilhar suas flores e frutos com o mundo. É uma pena que tantas sementes permaneçam por toda uma vida adormecidas no íntimo das pessoas, sem nunca terem tido a chance de despertar.

Fomos todos condicionados a acreditar que não devemos nos aproximar desse lugar sagrado. Vivemos em um castelo onde todas as portas nos são permitidas, exceto essa. Vejo as pessoas fazendo coisas absurdas para nem sequer correrem o risco de se aproximar dessa porta, como se fosse mal-assombrada. Vão a lugares que não gostam, com pessoas com quem não se identificam, apenas para não correrem o risco de ficarem sós. Permanecem em relacionamentos apodrecidos, mantem "amigos" que os desrespeitam, passam noites grudados em aparelhos eletrônicos ou em frente a um televisor, tudo para evitar sequer passar perto do quarto mal-assombrado... 

Mal-assombrado? Já nem sabem de onde tiraram essa ideia, de que aquele quarto era assim tão perigoso, mas o evitam mesmo assim. E é dessa forma que perdem o que de mais belo existe em si mesmos. Perdem a sabedoria da sua alma, perdem a paz, perdem a inspiração, perdem sua capacidade de criar as coisas mais belas, crescer e se reconhecerem como sendo a luz que de verdade são.

Sem a profundidade da vida, passamos a viver um um sonho de superficialidade.

Não tema, nem julgue essa escolha de estar só, não a confunda com solidão.

Permita-se estar plenamente na presença de seu próprio Eu e ouvir as palavras mais significativas da sua existência: as suas próprias palavras.

quarta-feira, 1 de abril de 2015

Angelina Jolie: Retirada de ovário para prevenir câncer



Após mastectomia dupla, Angelina Jolie retirou os ovários e as trompas de Falópio para prevenir câncer. A atriz escreveu um artigo no "New York Times" dizendo que decidiu fazer a cirurgia porque tem um gene que traz 50% de risco de desenvolver câncer de ovário. "Não é fácil tomar essas decisões. É uma cirurgia menos complexa que a mastectomia, mas as consequências são mais sérias. Coloca a mulher em uma menopausa forçada. Meus médicos disseram que eu deveria fazer uma cirurgia preventiva cerca de 10 anos antes dos primeiros sinais de câncer nas minhas parentes mulheres. O câncer de ovário da minha mãe foi diagnosticado quando ela tinha 49 anos. Eu tenho 39."


Quer entender mais sobre o assunto e tirar suas dúvidas? Então, confira texto da Beneficência Portuguesa de São Paulo: 

Diferente do câncer de mama, o câncer de ovário é menos comum, porém, mais agressivo e difícil de diagnosticar em estágio inicial. Segundo dados do Instituto Nacional de Câncer José Alencar Gomes da Silva (Inca), 75% dos tumores no ovário são diagnosticados em estágio avançado “Não é raro que pacientes descubram o tumor e níveis em que o abdômen já está completamente afetado e com aumento de volume”, explica o ginecologista Reynaldo Augusto Machado Junior, da Beneficência Portuguesa de São Paulo.

A solução quase definitiva para prevenção desse tipo de câncer é a remoção preventiva dos ovários e das trompas. Cientificamente conhecida como salpingooforectomia, o procedimento é radical e indicado para casos pouco comuns de mulheres predispostas a tal tipo de câncer. “o risco vem de uma mutação dos genes BRCA1 e BRCA2. Na verdade, esses são genes protetores e reparadores de DNA, mas devido a mutações hereditárias, em alguns casos, podem representar de 15% a 45% a chance de se desenvolver câncer no ovário. É um fator genético que atinge apenas 0,1% de toda a população mundial”, explica o especialista.

De acordo com o ginecologista, embora seja uma forma de reduzir em quase 90% os riscos de câncer de ovário, a remoção de tais órgãos do sistema reprodutor precisa ser indicada com cautela: ao tirar os ovários, a mulher entra numa menopausa precoce, o que causa modificações no corpo. “Calores e sudorese noturna, queda de libido, menor lubrificação vaginal e perda de massa óssea são algum sintomas inevitáveis que vêm com a operação. Há casos em que a saúde psicológica da mulher se abala, abrindo espaço para sintomas de depressão”, adverte Reynaldo Junior. “Além disso, é preciso lembrar que a grande maioria das incidências desse tumor não tem relação alguma com esse tipo de mutação, assim sendo, não é preciso recorrer diretamente a uma decisão drástica. E mesmo na presença de anomalias genéticas, o primeiro passo é que especialista e paciente discutam as possibilidades de tratamento e comparem os riscos e benefícios da opção escolhida”, finaliza o médico.

quinta-feira, 19 de março de 2015

Dúvidas sobre o câncer de mama



Esclareça dúvidas sobre o câncer de mama com respostas da FEMAMA (Federação Brasileira de Instituições Filantrópicas de apoio à Saúde da Mama):

– Descobri que tenho câncer de mama, mas não tenho plano de saúde. Meu tratamento recebe a mesma atenção que o da rede particular?

Além de ter direito a um tratamento adequado e de qualidade na rede pública, a paciente deve exigir que seja iniciado rapidamente. No Brasil, uma conquista importante foi a Lei nº 12.732/13, que garante ao paciente com câncer começar o tratamento no SUS em, no máximo, 60 dias após o diagnóstico da doença. Apesar deste avanço, ainda existem tratamentos disponíveis apenas para quem tem planos de saúde. A situação mais grave é a de pacientes com câncer de mama avançado, que não têm acesso na rede pública a nenhum dos tratamentos mais modernos, que oferecem menos efeitos colaterais, maior qualidade de vida e mais tempo sem que a doença progrida. Estes medicamentos estão disponíveis apenas para quem tem planos de saúde. Uma das lutas da FEMAMA é pela igualdade de direitos para todas as brasileiras, sejam elas usuárias de planos de saúde ou do sistema público.

– Se eu não tiver plano de saúde e precisar retirar a mama em função do câncer, é possível reconstruí-la?

Sim. A Lei nº 12.802/13 determina a reconstrução mamária imediata na rede pública após realização da mastectomia, sempre que houver condições técnicas e vontade da paciente.

- Antes dos 40 anos, quais exames são aconselhados?

A partir desta idade, a realização anual da mamografia é fundamental para que a doença seja diagnosticada precocemente. Antes, as mulheres devem solicitar ao ginecologista ou ao mastologista a realização do exame clínico das mamas, que é um exame de toque, e fazer exames complementares caso o médico os solicite.

- Caroços na mama significam que tenho câncer?

Um caroço na mama não necessariamente significa câncer. Grande parte dos nódulos mamários encontrados são cistos e adenomas benignos e não estão relacionados com a doença. De qualquer forma, uma alteração no seio é motivo suficiente para que a mulher procure seu médico rapidamente, pois, se o diagnóstico mostrar que existe um tumor maligno, quanto mais cedo ele for descoberto, menos agressivo e dispendioso será o tratamento e maiores serão as chances de cura.

- O autoexame ainda é válido? Ele substitui a mamografia?

O autoexame não substitui a mamografia ou o exame clínico (de toque) realizado pelo médico. Ele serve apenas para o autoconhecimento, para que a mulher procure rapidamente um especialista, caso identifique alterações suspeitas em suas mamas. Trata-se de uma ação complementar. Independente da realização do autoexame, as mulheres devem fazer a mamografia anualmente a partir dos 40 anos. Antes disso, devem realizar o exame clínico das mamas pelo ginecologista ou mastologista e, caso necessário, outros exames que o profissional solicite. A mamografia ainda é a principal forma de diagnóstico precoce, o que permite maiores chances de cura.


- O que causa o câncer de mama? Ele tem cura?

O câncer de mama é resultado de mutação genética que pode ser herdada - o que costuma ocorrer em famílias com muitos casos da doença, quando o portador da mutação a transfere para a geração seguinte - ou espontânea, que pode acontecer em uma célula do corpo ao longo da vida e ocasionar a doença.

No caso de mutações espontâneas, muito mais frequentes, não se sabe com precisão se elas ocorrem devido ao estilo de vida, alterações químicas no corpo da mulher ou à exposição a toxinas no ambiente, por exemplo.

Nenhuma mulher está imune ao câncer de mama, mas a doença tem 95% de chances de cura quando diagnosticada precocemente.

- O que eu faço para me prevenir do câncer de mama?

O mais importante é manter hábitos saudáveis para eliminar os fatores que aumentam o risco de desenvolver o câncer de mama e realizar o diagnóstico precoce, realizando os exames periodicamente. Esta é uma forma válida de praticar o autocuidado.

Quanto mais peso e idade, mais chances a paciente tem de desenvolver câncer nas mamas. A cada aumento de cinco pontos no IMC (Índice de Massa Corporal), por exemplo, aumenta em 33% o risco da doença. Outro aspecto muito importante é que o consumo exagerado de bebidas alcoólicas, tabagismo, sedentarismo, são fatores que podem aumentar a possibilidade da ocorrência da doença.

É fundamental criar hábitos saudáveis no dia a dia para que se possa evitar um grande problema no futuro. São atitudes simples, como inserir na alimentação mais verduras, legumes e frutas. Esses três grupos de alimentos, por exemplo, contém substâncias que combatem os radicais livres, moléculas que são formadas naturalmente pelo organismo e que podem agredir o DNA das células.

É importante salientar que mesmo assim as mulheres ainda estão sujeitas a desenvolver a doença, por isso, a realização regular de exames deve estar entre as boas práticas para se reduzir o risco de mortalidade.

- Existem sintomas que indiquem que estou com câncer de mama?

O câncer da mama inicial geralmente é assintomático, ou seja, a mulher não percebe nenhum sintoma ou sinal. Este tipo de câncer é normalmente descoberto em exames (mamografia, ultrassom ou ressonância magnética). Quando o câncer de mama apresenta sintomas é porque já existe um tumor normalmente com mais de um centímetro. Algumas alterações físicas nas mamas podem ser indícios, como a presença de nódulos, retração de pele, mudança no formato, na textura ou no tamanho do seio, vermelhidão e calor na região, inversão do mamilo ou saída de secreção.

- Caso alguém da minha família tenha tido câncer de mama, qual a probabilidade de eu também ter? Existe um exame que detecte esse risco?

Cerca de 90% das mulheres que desenvolvem esse tumor não têm parentes próximos com o mesmo problema. Somente em 10% dos casos o câncer de mama é hereditário, mas considera-se alto o risco de câncer de mama quando um ou mais parentes em primeiro grau tiveram a doença, em especial se aparecer antes da menopausa. Nesse caso, a indicação é iniciar a avaliação dez anos antes da idade em que o câncer de mama surgiu no familiar. Pode, inclusive, ser indicado o teste genético, em busca de mutações que predisponham ao câncer.

O exame para avaliar a disposição genética da mulher em desenvolver o câncer de mama é o que busca a existência de mutações nos genes BRCA1 e BRCA2, que aumentam muito as chances de se desenvolver o câncer de mama e de ovário. A Femama é proponente de projetos de Lei para incluir o exame no SUS, hoje disponível para pacientes com plano de saúde.

quinta-feira, 5 de março de 2015

Curar



Nesta semana, compartilho com vocês o texto de Ana Lucia Paíga sobre cura. Confiram e comentem:

Curar 

É reconhecer cada encontro com o outro

Como um encontro sagrado,

Como se cada segundo fosse todo o tempo existente.

Cura

A cura é a redescoberta de quem somos, e qual nossa função no mundo. Quando estamos sintonizados com nosso objetivo, realizando nossa missão, alcançamos uma satisfação e alegria indiscutíveis.

Para isso, precisamos estar no aqui e agora, e aceitar as experiências que nossa alma atrai para evoluir, sem julgá-las, nem temê-las.

O medo é um dos maiores inimigos da saúde.

O desgaste de energia que ocorre para “resistir” a algo, causa uma desarmonia celular que se manifesta como um sintoma.

A cura está em deixar de resistir, ou remover aquilo a que se está resistindo, restabelecendo um fluxo energético saudável

Vida é energia em movimento e o exercício da liberdade é uma forma de amar a si mesmo, fazendo ESCOLHAS.

A cura se destina à humanidade como um todo e independentemente de onde e como ocorra, leva a um relacionamento mais abrangente com tudo o que emerge nesta aventura da vida. Todo o universo colabora para a manutenção do equilíbrio; daí, estar aberto e atento aos “sinais”, é um passo determinante para a cura.

A “consciência feminina”, nosso contato com a intuição, nos permite enxergar e avaliar o que queremos mudar. Observar os aspectos positivos e valorizá-los, nos oferecer saídas.

No oriente, há milênios, o homem pratica a meditação para se interiorizar;

Para a Dra. Raquel Naomi Remen, a enfermidade é uma forma ocidental de meditação, já que através dos sintomas, podemos perceber quais atitudes precisamos mudar.

Diante de uma crise, páre, ”escute seu sintoma”, represente-o por uma imagem e converse com ele para descobrir o porquê de sua presença.

“Deixe que o prazer seja sua bússola”.

Isso significa dedicar-se mais ao que lhe agrada e menos ao sofrimento.

Não é egoísmo.

Pensando e agindo assim, ”espalhamos” a cura e damos apoio e estímulo para que todos se mantenham saudáveis.

A principal necessidade humana é sentir-se amado. Se isto não acontece, pode aparecer uma doença, portanto em qualquer vínculo terapêutico, é fundamental a emoção positiva de “gostar” e “ser gostado”, como um “adubo” do processo de cura.

Quanto maior sua capacidade de amar-as árvores, a terra, a água, os homens, os animais, e a si mesmo-, mais saudável você será.

Comece agora a se conhecer melhor,medite,descubra-se, aceite-se,orgulha-se de si mesmo,e cure-se!