segunda-feira, 28 de janeiro de 2019

Roda da Saúde - Análise do item MOVIMENTO


A clínica Choice Medicine, da minha mastologista Dra. Patricia Valentini de Melo, propôs um desafio ótimo para avaliar a nossa saúde e eu topei! Vamos fazer também a Roda da Saúde?

A cada semana, algumas perguntas ajudam a avaliar uma das fatias da roda, que é composta por oito aspectos (nutrição, movimento, descanso, profissional, relacionamentos, ambiente, espiritualidade e mente/corpo). Se alguns deles estiver defasado ou sobrecarregado, a roda não gira em harmonia, prejudicando o bem-estar. 

Na semana passada, fiz a minha autoavaliação sobre NUTRIÇÃO e constatei que preciso melhorar. Hoje, o assunto e MOVIMENTO e, após a reflexão a partir das respostas abaixo, a minha nota é 8. Eu faço aulas de ioga e caminho diariamente, e melhorarei a classificação ao voltar para o o Pilates.

- Quanto você se movimenta? Você faz escolhas pensando em se manter ativo?

Eu ando a pé diariamente cerca de 1,5 a 3 km para ir ao meu trabalho, seguindo o meu ritmo. Isso é uma escolha, porque me faz bem e sempre gostei de andar.

- Exercício físico é prazer ou obrigação para você? Como é a sua relação com o movimento?

Depende do exercício físico. Não gosto de academia para fazer esteira ou musculação.Não consigo ficar no momento presente ao praticar esses exercícios. Concluí isso há 20 anos, quando ganhei um mês de academia de presente e experimentei tudo para escolher a IOGA e o PILATES como aqueles exercícios físicos que me fazem bem, que tenho prazer em fazer e que agregam muito ao meu estilo de vida e ao meu bem-estar.

A IOGA pratico há 20 anos. Ela me dá flexibilidade, me ajuda a entrar no processo de meditação, silenciando a mente e me trazendo para o momento presente. Não sei mais viver sem a prática.

No PILATES, gosto da criatividade das aulas, que não se repetem, da consciência corporal que adquiro ao trabalhar cada parte do corpo. Já pratiquei, parei por alguns anos e agora é uma de minhas metas para qualidade de vida em 2019.

- O que você sente antes, durante e depois de fazer exercício físico?

Quando termino de praticar IOGA, sempre me sinto em “estado de graça”. Sinto que trabalho o tempo kairós, pois perco a percepção do tempo cronológico e fico totalmente alinhada com o “meu tempo e o meu ritmo interno”.

Você encontra todos os detalhes deste desafio no Facebook e no Instagram da Choice Medicine - @clinicachoicemedicine. 

Sobre mim - Jamile Coelho

Sou consultora de projetos educacionais e sempre acreditei em educação para a vida, autoconhecimento e inovação. Enfrentei o câncer quatro vezes e criei o Projeto Chama Acesa para ajudar quem está em busca do caminho da cura. Confira minha história e meu trabalho no site www.jamilecoelho.com.br.

segunda-feira, 21 de janeiro de 2019

Roda da Saúde - Análise do item Nutrição


A clínica Choice Medicine, da minha mastologista Dra. Patricia Valentini de Melo, propôs um desafio ótimo para avaliar a nossa saúde e eu topei! Vamos fazer também a Roda da Saúde? 

A cada semana, algumas perguntas ajudam a avaliar uma das fatias da roda, que é composta por oito aspectos (nutrição, movimento, descanso, profissional, relacionamentos, ambiente, espiritualidade e mente/corpo). Se alguns deles estiver defasado ou sobrecarregado, a roda não gira em harmonia, prejudicando o bem-estar. 

O primeiro quesito é NUTRIÇÃO. Após a autoavaliação das minhas respostas abaixo, a minha nota fica entre 6 e 7, sendo exigente. Pretendo buscar o suporte de minha nutricionista Luana Vasconcelos, pois ela já me ajudou após a quimioterapia e foi um trabalho muito bom.

- Como você se relaciona com a comida? Você come com prazer?

Algumas coisas como com prazer, outras não.

- Como é o momento da sua alimentação? Você presta atenção no que come?

Criei o hábito de comer depressa e estou tentando mudar isto. Quando estou comendo algo de que gosto, presto atenção e saboreio.

- O que você come? Faz bem para seu corpo e sua mente?

Preciso fazer ajustes na minha alimentação neste ano. Sei que preciso tirar glúten e leite, porque são inflamatórios. Diminuí muito o leite, que sempre adorei, e o glúten também, mas tenho que ir além. Quando saio de minha rotina, isso se torna mais difícil.

No entanto, adquiri alguns hábitos que sinto que fazem a diferença em meu corpo e minha mente. Um deles é tomar um limão espremido com um dedinho de água e “virar”. Às vezes, faço de manhã, em outros dias quando como algo que fica um pouco indigesto. É impressionante como o limão para mim CURA.

Outro hábito que adquiri foi tomar o café sem açúcar. Entre o doce e o sal, a minha preferência sempre foi o doce. Para evitar problemas, quase não tenho doce em casa. Eu me acostumei com tudo doce desde criança e este é um desafio para mim.

Você encontra todos os detalhes deste desafio no Facebook e no Instagram da Choice Medicine - @clinicachoicemedicine. 

Sobre mim - Jamile Coelho
Sou consultora de projetos educacionais e sempre acreditei em educação para a vida, autoconhecimento e inovação. Enfrentei o câncer quatro vezes e criei o Projeto Chama Acesa para ajudar quem está em busca do caminho da cura. Confira minha história e meu trabalho no site www.jamilecoelho.com.br.

segunda-feira, 7 de janeiro de 2019

Caminhadas reflexivas: ganho de resiliência com muita gratidão


Eu passei os últimos dias de 2018 e dei as boas-vindas a 2019 virada do ano no Ponto de Luz - Centro de Realização do Ser, em Joanópolis, interior de São Paulo. Foi a primeira vez que, em um lugar da natureza, eu fiz todas as trilhas, venci cada desafio provando para mim mesma que movimentar o corpo não tem idade. Eu me senti jovem, leve e muito feliz. O sentimento final foi de ganho de resiliência com muita gratidão por ter enfrentado e vencido meus pequenos grandes desafios.

O meu dia acontecia com uma caminhada reflexiva por trilhas de uma natureza exuberante na companhia do nosso guia Natael, que nasceu e cresceu na Serra da Mantiqueira, ama a montanha e a floresta e, com sabedoria, ia me mostrando a beleza interna de cada lugar.

A trilha até a nascente do rio foi um caminho leve, de pequenos desafios, onde pude refletir sobre a importância da água, que é tão bem cuidada pela natureza. Ali pude beber a água da nascente, banhar o rosto e sentir uma sensação maravilhosa de frescor.

A trilha até a Pedra Preta, uma parte da montanha coberta de pedras, me lembrou a Escócia, cuja natureza tem uma forma única de se expressar. Foi uma caminhar repleto de desafios, com muitas subidas íngremes, em que tive que parar várias vezes para conseguir prosseguir.

O meu amigo Natael me ofereceu seu cajado, me falava que eu tinha que respeitar meu tempo e que a caminhada tinha que ser com alegria e prazer. A cada parada, me dava uma aula da importância daquele lugar, de como a floresta tem a cura para tudo de que precisamos. 

Eu era a última a chegar, mas muito feliz e cada vez mais conectada com o encanto daquele lugar. Lá na Pedra Preta, parávamos e cada um fazia uma meditação. No final do dia, senti muita dor nas pernas, que sumiu no dia seguinte, me mostrando que a caminhada trabalhou em mim músculos que estavam desativados e que precisavam se movimentar para fortalecer.

Na trilha do Mirante, em um ponto alto da montanha, já venci meus desafios com maior facilidade, porque já havia ganho um ritmo no andar e respirar.

A primeira trilha da Cachoeira me proporcionou caminhar ouvindo o barulho das águas, o som dos pássaros, o balançar das árvores ao vento e observar como o rio nos ensina a flexibilidade e a entrega em seu caminhar. O que senti é difícil colocar em palavras, só o coração para entender.

A segunda trilha da cachoeira tinha um grau maior de dificuldades, pois era um terreno irregular, estreito, cheio de raízes e pedras. Ela me exigiu muita atenção onde pisava, manter um ritmo ao caminhar, me apoiar em barras e trabalhar a respiração. A cada trecho percorrido, fazíamos uma parada e Natael nos contava a história daquele lugar, chamava a atenção para a beleza da paisagem, para as plantas que curavam e despertava em meu coração muito amor e respeito.


Sobre mim - Jamile Coelho
Sou consultora de projetos educacionais e sempre acreditei em educação para a vida, autoconhecimento e inovação. Enfrentei o câncer quatro vezes e criei o Projeto Chama Acesa para ajudar quem está em busca do caminho da cura. Confira minha história e meu trabalho no site www.jamilecoelho.com.br.

quinta-feira, 29 de novembro de 2018

Coisas que aprendi em 2018


Chegou a hora de fazer um balanço de 2018. Listei 18 coisas importantes que aprendi neste ano: 

1. Aprendi que quando estamos conectados com nossa alma os acontecimentos fluem e tudo acontece no TEMPO CERTO. Nem antes, nem depois. 

2. Aprendi a exercitar a ENTREGA diante de cada desafio que enfrentei.

3. Aprendi que o MEDO precisa ser desconstruído a cada dia, a cada momento, para que ele não nos impeça de viver e aprender.

4. Aprendi que o motor que me move é APRENDER E ENSINAR com brilho nos olhos e amor no coração.

5. Aprendi que é preciso quebrar as crenças limitantes, os pré-conceitos, para que a DIVERSIDADE tão rica e abundante ocupe o seu lugar no mundo e transforme nossa forma de atuar, de viver e conviver.

6. Aprendi que cada pessoa tem LUZ PRÓPRIA e que ninguém ocupa o espaço do outro. Todos podemos brilhar e iluminar até o infinito.

7. Aprendi que a SAÚDE EMOCIONAL precisa ocupar um espaço especial em todos os lugares que vivenciamos relacionamentos: na família, na escola, no trabalho, na sociedade. Ela interfere efetivamente em tudo que fazemos e em nossa qualidade de vida. 

8. Aprendi que viver de corpo e alma o MOMENTO PRESENTE é o principal desafio no dia a dia de todos nós.

9. Aprendi que antes de amar e cuidar do outro, preciso aprender primeiro a CUIDAR DE MIM.

10. Aprendi que a GRATIDÃO inundou meu coração quando pude realizar o sonho de publicar o Chama Acesa com a parceria firme, segura e amorosa da Patricia Zwipp.

11. Aprendi que diante dos muitos desafios que enfrentei na vida, na maioria das vezes, eu utilizava a força da RAIVA para conseguir me mobilizar diante de algo que eu não concordava, pois tinha dificuldade para dizer "não". Neste ano, essa incidência diminuiu e estou substituindo a raiva pela FORÇA do ganho de CONSCIÊNCIA.

12. Aprendi que atraímos para nossa vida as experiências que precisamos de acordo com a nossa VIBRAÇÃO e nossos PENSAMENTOS, para que o verdadeiro aprendizado aconteça de acordo com a lei da “ação e reação”.

13. Aprendi que as verdadeiras MUDANÇAS acontecem de “dentro para fora” e nunca "de fora para dentro".

14. Aprendi que, quando conectamos o SER com o FAZER, realizamos a nossa MISSÃO DE VIDA.

15. Aprendi e reafirmo que não existe nada mais inspirador do que uma HISTÓRIA DE VIDA.

16. Aprendi que vencer a si mesmo é uma tarefa diária para desativar o nosso EGO e potencializar a nossa ESSÊNCIA

17. Aprendi que o AUTOCONHECIMENTO nos empodera porque nos ajuda a ganhar consciência de nossas habilidades e fragilidades. A consciência de nossas HABILIDADES tem o poder de potencializá-las e a consciência de nossas FRAGILIDADES nos leva a exercitar a humildade e a desconstruir o hábito de fazer julgamentos.

18. Aprendi que, sem vinculo afetivo e ENVOLVIMENTO EMOCIONAL, ninguém aprende e ninguém ensina. O meu maior desafio para 2019 é responder esta pergunta com ações proativas: “Como levar a educação emocional para a vida?”.

Sobre mim - Jamile Coelho
Sou consultora de projetos educacionais e sempre acreditei em educação para a vida, autoconhecimento e inovação. Enfrentei o câncer quatro vezes e criei o Projeto Chama Acesa para ajudar quem está em busca do caminho da cura. Confira minha história e meu trabalho no site www.jamilecoelho.com.br.

segunda-feira, 5 de novembro de 2018

Caminho evolutivo: reflexões a partir de uma experiência pessoal


No fim de outubro, fez um mês que passei por uma cirurgia na base do seio direito. Estava com uma lesão em um encontro de cicatrizes de cirurgias anteriores, quando tive câncer no seio por três vezes e fiz duas quadrantectomias e uma mastectomia. 

Confesso que quando vi a necessidade de uma biópsia e depois da cirurgia fiz a pergunta: "E agora, o que eu tenho que aprender?" 

Vivi alguns momentos de falta de tranquilidade, mas não me fixei neles. 

Deixei fluir e exercitei a ENTREGA mais uma vez. De repente, era como se uma calma interior se estabelecesse dentro de mim e nada mais importasse. Era como deixar de fazer foco no problema que surgiu de forma inesperada e olhar novamente para a necessidade de me cuidar, mais uma vez, mas sem atropelos. 

Embora a biópsia tenha dado negativa, a cirurgia acabou sendo maior do que se imaginava, pois, atrás da lesão, havia um cisto com infecção dentro. Isso fez com que a área retirada tivesse que ser maior.

Todos os passos que antecederam a tomada de decisão da cirurgia foram feitos com muita conversa, explicações claras e tentativas de encontrar caminhos menos invasivos junto com minha a Dra. Patrícia Valentini de Melo, da Choice Medicine. Cada etapa teve uma escolha: na primeira, a utilização de uma pomada antibiótica por poucos dias, depois o antibiótico via oral em uma dosagem alta, porque a pomada havia surtido efeito, mas não o suficiente. Depois, a raspagem do local para biópsia e, por fim, a cirurgia. Era a formação de uma gordura necrosada, que, se não fosse retirada, poderia ficar voltando. 

Mas por que contar estas etapas em detalhes? Porque em cada etapa havia uma ESCOLHA em que participei de forma CONSCIENTE E ATIVA junto com minha médica e amiga Dra. Patrícia. Aliás, esta reflexão surgiu após uma consulta de avaliação. Nossas trocas sempre resultam em aprendizados mais profundos. 

Com a cirurgia, tive que parar por um mês de praticar ioga, que me faz muito bem. Tive que aprender a entender o tempo de cura, porque, como já não tinha dor, movimentava o braço direito mais do que poderia e começou a inchar no local da cirurgia. Tive que voltar a atenção para mim novamente, frear e me cuidar. 

Explicar com detalhes o processo físico me ajuda a enxergar nas entrelinhas os efeitos emocionais e espirituais neste desafio que a VIDA mais uma vez me apresentou. 

Desafio pequeno se comparado aos anteriores, mas que testou em mim algo que comentei no meu livro Chama Acesa e que ainda não tinha vivido: "e se o câncer aparecesse de novo, como reagiria?". Eu respondi na época que, se acontecesse, teria que exercitar a entrega e que haveria um motivo. 

A possibilidade de ser uma recidiva era pequena, mas existiu. E eu tive a oportunidade de viver tudo que escrevi no livro, sem exceção. Agora, vamos para as reflexões e aprendizados desta situação. 

Neste caminho evolutivo, eu sempre doei com muita facilidade, ou seja, pelo meu perfil, sempre foi mais fácil cuidar de alguém do que me cuidar. 

Para algumas pessoas, acontece o contrário, aprendem a se cuidar primeiro para depois aprenderem a cuidar do outro. 

E novamente, sem julgamento, é o caminho de cada um, de acordo com perfil, habilidades e desafios, que fazem parte da vida de todos nós. 

Quem leu o livro Chama Acesa pode ver com detalhes como foi este meu caminhar com todos os obstáculos e conquistas. O primeiro aprendizado foi aprender o que é cuidar verdadeiramente do outro

Tive que desaprender muitas coisas para perceber que cuidar verdadeiramente é respeitar a escolha do outro, mesmo que perceba que não seria a melhor opção de acordo com a sua visão e bagagem de experiência; é aprender a amar incondicionalmente, pois o vinculo afetivo é o que garante a proximidade de alma com qualquer pessoa e também apoiar ajudando-a a buscar dentro de si mesma o que faz sentido para ela. Não existe receita, nem conselho, pois o que é bom para uma pessoa pode não ser para a outra. 

Deixar que o outro erre e acerte, como eu errei e acertei para aprender. E isto não é nada fácil, porque recebemos, em nossa educação, mensagens implícitas de que cuidar é superproteger e impedir que o outro sofra. 

A dor nos leva a olhar para dentro e a aprendizados significativos. Esses aprendizados nos ajudam a evoluir, a ganhar força. E não temos o direito de interferir ou impedir que cada um viva a sua experiência. Mas preciso afirmar que demorei muito para entender isso. 

Depois, o segundo passo: aprender a cuidar de mim, aprender o que é o autocuidado, sem me sentir egoísta. As mulheres da minha geração (Baby Boomers) receberam uma mensagem muito forte de que precisam se doar para serem amadas e respeitadas. Muitas vezes, cuidar excessivamente dos outros é fugir de si próprio. Só que se você não está bem, como pode cuidar do outro? 

Cada vez que eu me cuido, eu me torno uma pessoa mais alinhada com minha essência, com quem verdadeiramente sou e me sinto mais feliz. E quanto mais alinhada estou com minha alma, com meu coração, mais energia positiva, mais amor vou irradiar e refletir para as pessoas com as quais convivo nos diferentes ambientes. 

E por último, no meu caso, mais um passo neste caminho evolutivo que ainda não vivi profundamente, mas apenas parcialmente, que é aprender a ser cuidada. 

Aprender a ser cuidada é desapegar totalmente do ego para exercitar a humildade, é aprender a deixar de lado o orgulho e permitir sentir-se frágil, dependente em vários momentos, a ser um paciente. O que é ser paciente? Pode ser exercitar a paciência para aceitar que o seu ritmo diminui, que a sua capacidade física enfraquece, que movimentos e atividades, que fazia com autonomia e facilidade, tornam-se difíceis. Aí aparece o maior desafio: aceitar a ajuda do outro, aceitar sentir-se dependente de outras pessoas. E nesta situação não há escolha, pois você depende desta ajuda para sobreviver. 

Quando alguém sofre um acidente ou uma doença que o leva a essa situação prematuramente, esse terceiro passo do caminho evolutivo aparece antes. O envelhecer também nos leva a uma situação muito semelhante. 

Portanto, em momentos cruciais que somos testados ou no final da vida, temos que aceitar a perda da força do corpo físico, mas não a da alma. É uma luta interna para entregar ou recuperar aos poucos a força física, sem perder a força espiritual. Acredito que esse é o passo mais difícil e, ao mesmo tempo, mais libertador. Só aprendemos quando descobrimos que podemos perder a força física, mas não a espiritual. A força física representa tudo que está fora, na aparência, tantas vezes excessivamente valorizada pela cultura ocidental. A força espiritual representa tudo que está dentro e que a cultura oriental cultiva e valoriza. É essa força espiritual, a força da alma, que levamos junto quando a vida acaba, pois ela representa a nossa evolução. 

Finalizando esta reflexão: os três passos do caminho evolutivo podem aparecer de forma não-linear, em uma sequência diferente na vida de cada um de nós, mas sempre nos levam a uma evolução, que é a nossa missão de vida. Por isso, é chamado de CAMINHO EVOLUTIVO.

sexta-feira, 5 de outubro de 2018

Lançamento da minha biografia na comemoração de 5 anos do Grupo Mulheres do Brasil


As ações do Outubro Rosa, contra o câncer de mama, continuam. Na quinta-feira (4), comemorei o meu aniversário com a oportunidade de lançar o livro Chama Acesa no evento de 5 anos do Grupo Mulheres do Brasil

A minha biografia conta como a luta contra o câncer e o amor pela minha profissão de educadora me ajudaram a trilhar o caminho de libertação e autoconhecimento.




Sobre mim - Jamile Coelho
Sou consultora de projetos educacionais e sempre acreditei em educação para a vida, autoconhecimento e inovação. Enfrentei o câncer quatro vezes e criei o Projeto Chama Acesa para ajudar quem está em busca do caminho da cura. Confira minha história e meu trabalho no site www.jamilecoelho.com.br.

quarta-feira, 3 de outubro de 2018

Outubro Rosa: Palestra e lançamento da minha biografia no Grupo Mulheres do Brasil


Ontem (2) foi um dia muito especial! A minha primeira ação do Outubro Rosa, de combate ao câncer de mama, aconteceu no Grupo Mulheres do Brasil. Tive a oportunidade de dar a palestra "Chama Acesa: um caminho de autoconsciência e cura", participar de uma roda de conversa e lançar a minha biografia. 


O livro Chama Acesa conta como a luta contra o câncer e o amor pela minha profissão de educadora me ajudaram a trilhar o caminho de libertação e autoconhecimento. 




Obrigada a todos que participaram do evento! Gratidão!

Sobre mim - Jamile Coelho
Sou consultora de projetos educacionais e sempre acreditei em educação para a vida, autoconhecimento e inovação. Enfrentei o câncer quatro vezes e criei o Projeto Chama Acesa para ajudar quem está em busca do caminho da cura. Confira minha história e meu trabalho no site www.jamilecoelho.com.br.